Mano Brown fica pistola ao descobrir que a periferia quer mesmo as políticas liberais

O pobre não quer saber de “luta de classes”, quer mesmo é a conquista individual, mais conforto, “subir na vida”.

Não quer saber do discurso furado que chama bandido de “suspeito” e policial de assassino, quer apenas chegar em casa em segurança com a família sem correr o risco de levar um tiro no meio do caminho.

Mano Brown admite: quem defende Lula, como ele faz, é “apedrejado” e “linchado” na Internet, onde os petistas da imprensa não têm vez. Pobre não gosta de bandido.

Mano está com medo. Medo porque ele diz “saber o que é bom para o povo”, mas o povo está pouco se lixando para a opinião política de Mano Brown ou daqueles que se arrogam como “defensores do povo”.

Mano descobriu que cada mano sabe o que é melhor para si próprio, sem precisar que Mano Brown ou um político qualquer diga.

Só falta Mano descobrir que a periferia não é “de direita”. O pobre não quer alguém cagando regra na sua vida, seja o estado, a esquerda, a “direita”, o padre ou o pastor. Se ele concorda, ótimo. Se discorda, a vida é dele e ele sabe mais sobre o que é melhor para si do que qualquer outra pessoa.

A periferia é liberal, Mano Brown.

O texto é de Marcelo Faria, do Instituto Liberal de São Paulo.

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