Somadas, gráficas que levaram R$ 52 milhões da campanha de Dilma tinham apenas 3 impressoras

Há todo um grupo de empresas que só fazem fortuna a cada dois anos, justo em período eleitoral. Oferecem elas serviços de interesse dos milhares de candidatos, como jovens que entregam panfletos e seguram bandeiras, carros com equipamento de som para veiculação de jingles, montagem de palanques, enfim… Todo um circo que demanda uma mão de obra pesada e uma logística complexa graças aos muitos compromissos de última hora que os políticos assumem.

Gráficas, no entanto, trabalhando o ano todo. Algumas, em modo 24 horas, sete dias por semana. Por isso há tanta desconfiança de que a campanha de Dilma Rousseff em 2014 tenham usado três empresas do ramo para lavar propina oriunda do Petrolão. Contudo, uma vez somadas, Focal, Rede Seg e VTPB possuíam apenas três impressoras.

A primeira, empresa de Carlos Cortegoso, conhecido por ter atendido Lula quando trabalhava de garçom em São Bernardo do Campo, possuía duas máquinas. A segunda tinha só uma, além de uma guilhotina de papel. A terceira, conforme relatado na matéria da IstoÉ, é “muito engraçada, não tem impressora, não tem nada. Nem scanner, sequer máquina de xerox“.

Juntas, movimentaram R$ 52 milhões na campanha que reelegeu Dilma Rousseff. Mas, com essa estrutura, estavam com dificuldades para comprovar ao TSE os serviços prestados.

A informação é do portal Implicante.

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