MPF tenta forçar Santander a realizar novas mostras direcionadas ao politicamente correto

Depois de fechar a exposição “Queermuseu”, em Porto Alegre, um mês antes do previsto por causa de protestos de grupos como o Movimento Brasil Livre (MBL) contra a mostra, o Santander Cultural se comprometeu a patrocinar duas novas exposições sobre “diversidade e diferença”, que deverão ficar abertas por 120 dias, no total.

O termo foi firmado com o Ministério Público Federal (MPF), que concluiu que a mostra não continha conteúdo inadequado. Os grupos alegavam que as obras traziam apologia à pedofilia e à zoofilia, e embora fosse óbvio, os procuradores não agiram de acordo. Caso o Santander descumpra o termo, pode pagar uma multa de 800.000 reais. O documento foi assinado pelo presidente do Santander Cultural, Marcos Madureira, e pelo procurador da República Enrico Rodrigues de Freitas.

O curador da “Queermuseu”, Gaudêncio Fidelis, considerou a obrigatoriedade dos temas como “censura prévia“. Por sua vez, o procurador entende como “indução ao debate” sobre intolerância.

Ou seja, o MPF não só concorda com a exposição de cunho pedófilo como quer obrigar o Santander Cultural a realizar outra com a mesma temática.

Com informações da Veja.

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