Em menos de 2 anos, Meirelles se livra de herança maldita esquerdista

Desemprego nas alturas e crescendo, inflação fora de controle e a economia crescendo como rabo de cachorro, pra trás: este foi o legado da desastrosa política econômica esquerdista praticada pela igualmente desastrosa Dilma Rousseff. Na prática, mais de 10 milhões de desempregados, inflação a 10% ao ano, encolhimento de quase 4% no Produto Interno Bruto e um aumento na dívida pública de 70%. Entretanto, por sorte do Brasil, havia um liberal no banco de reservas, pronto a reassumir o comando da economia: Henrique Meirelles.

Meirelles é das figuras raras que o Brasil produz de vez em quando. Talentoso e inteligente, ao invés de seguir uma confortável vida como marajá do serviço público, preferiu o duro caminho da carreira corporativa. Começando de baixo, chegou a presidente mundial do Bank Boston. Aposentado em 2002, após uma trajetória irretocável, decidiu adentrar na vida pública.

De 2003 a 2010, Presidiu o Banco Central. É da sua lavra a política econômica mais bem sucedida na história do país depois do Plano Real. Se em 2003 ele também encontrou a economia em recessão, a inflação ameaçando fugir de controle, o dólar e os juros nas nuvens, com seriedade, austeridade, controle de gastos e políticas liberais conseguiu colocar ordem na casa. O resultado foi o Brasil tendo pleno emprego ao final de seus oito anos na chefia do BC, em 2010 e uma economia que crescia a taxas chinesas, com mais de 7,5% no último ano de sua gestão.

A maré virou a partir da eleição de Dilma, que logo tratou de se livrar de Meirelles, nomeando para o Banco Central um burocrata sem qualquer luz própria, Alexandre Tombini. Tombini, Guido Mantega, então Ministro da Fazenda e a própria Dilma Rousseff começaram uma sistemática obra de demolição do legado de Meirelles. Primeiro veio uma paulada artificial nos juros, tentando derrubá-los à força de golpes de caneta. Em seguida, o congelamento igualmente artificial de tarifas públicas, inclusive pressionando municípios a não ajustarem o preço do transporte, como já confessou o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT). Por fim, uma orgia de incentivos fiscais, buscando criar “campeões nacionais”, empresas escolhidas a dedo pelo governo. Foi a era do Grupo X de Eike Batista, da JBS, isso pra não cantar a criação de novas estatais.

O resultado não tardou a chegar. Desemprego nas alturas, economia despencando, inflação de volta com força a partir de 2015. Mas eis que veio o impeachment e Meirelles voltou ao comando da economia nacional, como Ministro da Fazenda.

Os dados deste ano não deixam qualquer margem para a dúvida: a economia nacional está voltando aos trilhos. Se o número de desempregado chegou a bater em 14 milhões devido à herança maldita, agora já está em 12 milhões. É um número ainda alto, mas que mostra o acerto das medidas adotadas. E isso porque a Reforma Trabalhista ainda não começou a gerar os efeitos que fatalmente gerará no próximo ano.

A inflação está novamente no centro da meta e o mercado espera que ela feche o ano pouco acima de 3%. Ao mesmo tempo, se ninguém acreditava em crescimento já em 2017, a expectativa é que o Brasil recupere pelo menos 1% em relação ao ano passado. Mais uma vez: passa longe do ideal, mas mostra o acerto do rumo adotado.

E quando a coisa é séria, até a taxa básica de juros, a SELIC, antiga obsessão dos esquerdistas, acaba caindo. Dilma entregou a taxa em 14,75% ao ano. Meirelles conseguiu trazê-la para civilizados 7,5% ao ano. E isso sem aumentar a inflação e piorar ainda mais a situação da economia. Coisa de profissional.

Há muito custo, finalmente o Brasil se livrou do populismo esquerdista de Dilma. Que o rumo adotado por Meirelles possa prosseguir após as eleições do ano que vem.

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