Economista venezuelano diz: “não importa como floreiem o monstro, o socialismo não presta”

Nas palavras do saudoso economista Milton Friedman, “se o governo federal estivesse a cargo do deserto do Saara, em 5 anos faltaria areia.” Talvez, em nenhum lugar do mundo isso se cumpriu melhor do que na Venezuela.

Em 1914, os venezuelanos perfuravam seu primeiro poço de petróleo e entravam, definitivamente, no mercado petrolífero, competindo com os grandes produtores árabes. O país experimentava seu primeiro milagre econômico, curiosamente quando o governo ainda não gerenciava a exploração e a comercialização do petróleo venezuelano (que estava nas mãos da iniciativa privada). Um século mais tarde, a distopia: o país ainda flutua no petróleo, agora nas mãos do governo, e sua economia está totalmente devastada.

Rafael Acevedo é venezuelano, economista e professor universitário. Neste trecho de uma palestra dada para o Instituto Mises nos EUA, Acevedo faz uma rápida retrospectiva da deterioração da economia e do bem-estar dos venezuelanos, desde a ascensão do populista Hugo Chavez em 1998 até os dias atuais. Acevedo expõe o verdadeiro legado do “Socialismo do Século XXI” na Venezuela – hiperinflação, pessoas comendo comida do lixo, escolas que não ensinam, hospitais que não curam, racionamento de itens básicos como farinha, pão e medicamentos, e o policiamento da vida diária do cidadão por parte do governo.

Neste vídeo, Acevedo manda um recado especificamente ao socialista Bernie Sanders, mas consequentemente à legião de jovens americanos desmiolados que o seguem, e a personalidades como Sean Penn, Danny Glover e Noam Chomsky que, há pouco tempo atrás, não poupavam palavras de admiração pelo regime chavista: não importa como floreiem o monstro, o socialismo não presta.

 

Anúncios

Deixe uma resposta