Polícia Civil abre inquérito contra Alexandre Frota por formação de quadrilha e estelionato

A Polícia Civil de São Paulo abriu um inquérito para investigar o ator Alexandre Frota, Cleber Teixeira, Carlos Rigat, Felipe Lintz e outras pessoas afastadas da campanha do vereador Fernando Holiday. O Movimentou denunciou o grupo por estelionato e formação de quadrilha por, entre outras coisas, terem registrado uma associação com o mesmo nome do movimento a fim de “roubar” a marca para fins políticos escusos e ganhos financeiros. A informação foi publicada nesta quinta-feira (9) na coluna da Mônica Bergamo, na Folha de São Paulo.

Antes, a Justiça já havia determinado, na terça (7) que o grupo suspeito de formar uma quadrilha deixe de usar a marca e um domínio na internet. Em entrevista ao El País, o advogado e coordenador do MBL Rubens Nunes diz que a ação “foi movida pelo Renovação Liberal, que detém o uso da marca”, para que a suposta quadrilha de Frota pare de utilizar o nome do movimento. Ele garante que o ator e as pessoas ligadas a ele “nunca fizeram parte do MBL e nunca foram nada no MBL”. Nunes afirma que Frota e seus comparsas “tentam sequestrar uma marca que não pertence a ele”. Sobre o processo no INPI, admite que o pedido de registro feito pela Renovação Liberal ainda está em processo. “Mas a lei de marcas de patentes garante o uso da marca para aquele que fez o deposito tempestivamente. É totalmente incorreto veicular que há uma disputa pela marca. Não há uma disputa judicial”, argumenta.

Recentemente o El País publicou matérias assinadas por Vinícius Segalla, assessor do Instituto Lula, onde diversos ataques foram feitos ao movimento, inclusive com entrevista de Cléber Teixeira, que alega ter sido advogado da campanha de Fernando Holiday e ter visto dinheiro não contabilizado, ainda que não apresente provas. A relação do grupo de Frota com um assessor de Lula ainda é obscura. Não seria a primeira vez que o ator se envolveria em mentiras alinhadas aos interesses ultraesquerdistas. Em 2013, durante a polêmica da “cura gay”, Frota afirmou em inúmeras entrevistas ter namorado o deputado Marco Feliciano. Veja:

Em 2014, porém, o ator se aproximou dos sociais-democratas tucanos durante a campanha presidencial de Aécio Neves, se afastando após a derrota no segundo turno para Dilma Rousseff. Durante o processo de impeachment, Frota colou do grupo Revoltados Online, que teve sua página extinta em agosto de 2016. Desde então, após ser demitido do humorístico A Praça é Nossa do SBT, galgou popularidade com setores da direita questionados até mesmo por ativistas e lideranças liberais e conservadoras.

Recente aliado do ator, Cléber Teixeira também está arrolado na denúncia do MBL que se tornou inquérito na Polícia Civil e irá investiga-los, colhendo provas e depoimentos, no intuito de aferir se houve dolo ou má-fé no registro de uma marca já identificada a seus responsáveis. Além dele, os demais citados também foram afastados, em algum momento do ano passado, da relação com o grupo.

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3 comentários sobre “Polícia Civil abre inquérito contra Alexandre Frota por formação de quadrilha e estelionato

  1. QUAL O EXEMPLO ESTE MAU CARATER TROUXE PARA A FAMILIA, E NADA MAIS NATURAL QUE SE JUNTE A CORJA PODRE DO BRASIL, VAI SER CANDIDATO E COM TODA CERTEZA SERA ELEITO…ALGUEM TEM DUVIDAS DISSO?

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