Transparência Internacional aponta a treta nas urnas eletrônicas: “não garantem a segurança e a privacidade”

Delia Ferreira Rubio é uma eminência mundial em questões legais. Esta pequena e afável mulher de Córdoba conseguiu, pela primeira vez, ser consagrada presidente da Transparency International, a ONG mundial mais respeitada na luta contra a corrupção, baseada em Berlim. Isso já é um marco para qualquer um.

Sua carreira de professora permite que ela seja clara, simples e contundente quando diz: “Eu estou contra o voto eletrônico e o sistema de cédulas eletrônicas usado na Capital Federal e Salta, eles não garantem o segredo ou a transparência na recontagem. Estou inclinada ao sistema de cédulas de papel único usado em Santa Fé ou Córdoba, não por nada, apenas três países no mundo usam votação eletrônica e os Países Baixos e a Alemanha o abandonaram como inseguro”, diz à Infobae TV.

Em uma conversa extensiva, a Dra. Ferreira não hesitou em apontar mudanças plausíveis na Argentina nas investigações contra a corrupção, mas deixou claro que ela notou “muitos shows na mídia” em prisões como Julio de Vido. No mesmo sentido, ela reclamou à administração de Maurício Macri, um escritório anticorrupção que não depende do Poder Executivo e que tem independência política do governo no cargo.

A informação é do portal internacional Infobae

 

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