Carta revela estrutura midiática brasileira apodrecida pelo esquerdismo

O blog Reaçonaria publicou uma carta de um leitor que, até o momento, preferiu ficar no anonimato. Na carta, ele descreve sua experiência como funcionário da imprensa e como ela está apodrecida pelo esquerdismo. Abaixo, publicamos na íntegra:

Sou jornalista há 17 anos, com passagens por Bandeirantes, Record, Folha de S.Paulo e outros grandes veículos de mídia. Ou melhor, era. Há poucos meses, surgiu uma oportunidade ótima e joguei tudo para o alto sem pensar duas vezes. Sim, a mudança também foi motivada por um salário melhor e pela estabilidade, já que a profissão é MUITO instável e os cortes nas redações, constantes. Mas o principal motivo é que eu vi por dentro o tamanho da podridão no jornalismo no Brasil. A imprensa está doente. Condenada à irrelevância e ao descrédito em pouquíssimo tempo. E as causas mortis serão um misto de esquerdismo, desonestidade intelectual, ideologização barata, educação ruim, preguiça e burrice, tudo junto e misturado.
 
O jornalismo brasileiro atualmente é um lixo em qualquer segmento: econômico, esportivo, internacional, cultural, o que você escolher. E sempre pelas mesmas razões. Em primeiro lugar, hoje os repórteres não sabem escrever. Sério. Eu, que já fui editor, tive o desprazer de ver profissionais formados soltarem um EXCESSÃO num texto. Eles também não leem nada, afinal o São Google tá aí pra isso (contém ironia). Cultura geral? Esquece. Já ouvi gente perguntar “Quem é esse cara?” quando falei de Nelson Gonçalves, Alice Cooper, Ulysses Guimarães…
 
Mas o pior não é isso. Nem a preguiça que os novos jornalistas sentem quando você pede a eles para sair ir à rua e fazer uma reportagem, com texto e apuração completa, em vez de chupinhar tudo da internet ou escrever aquelas desgraças tipo “fulano lacrou e gerou memes nas redes”. O problema é mesmo a doutrinação ideológica. É fato: 99% dos jornalistas são da esquerda PT/PSOL, aquele tipinho tosco que defende Nicolás Maduro, acha que house golpe no Brasil e chama Dilma Rousseff de mãe.
 
E eles escancaram a militância sem medo de levar puxão de orelhas dos chefes, sempre tão esquerdistas quanto os repórteres. Seja ilustrando reportagens com fotos esquisitas de políticos que disputam eleições com petistas (quem nunca viu aquela do José Serra atirando, só para citar um exemplo?), ou escrevendo matérias do tipo “internautas se revoltam” com o que alguma personalidade não alinhada à esquerda escreveu nas redes sociais, a intenção é uma só: atingir o “inimigo” e posar de militante entre os amigos na mesa do boteco.
 
Para mostrar que não é exagero, vou narrar só três dos muitos casos vividos nas redações em que trabalhei. São todos 100% reais. Eu não teria porque mentir, afinal não trabalho mais na área. E este é um nome fake, então não vou chatear meus amigos que são citados (Sim, sou amigo de algumas dessas pessoas. Acho que elas são ingênuas, ou que não têm orientação para saber o que é ética e compromisso com a verdade. Há muita gente legal, divertida, de bom coração, prestativa… Mas que não faz jornalismo decente e é politicamente iludida).
 
1 – Dia 1º de janeiro de 2002. Dia de posse de Lula. Lembro até hoje: a redação inteira de um jornal famoso onde fui repórter (inclusive jornalistas de esporte, de celebridades…) parou de trabalhar para ver a cerimônia. O clima era de emoção. Alguns chegaram a ponto de tacar o f*** e foram trabalhar de roupa vermelha e broche do PT. Mas o ponto máximo foi a transmissão da faixa e o Hino Nacional. Teve gente que chorou SEM MEDO DE SER FELIZ, enquanto outros bateram palmas, assoviaram e gritaram BRASIIIILLLLLLLLLLLLL!!!!.
 
2 – Neste mesmo local, um amigo meu que era jornalista de política foi à minha mesa para conversar. Motivo? Ele fez uma série de reportagens sobre corrupção do PT em uma cidade da Grande São Paulo. A primeira delas foi publicada. As outras, não. Ordens da direção do jornal, que estava nas mãos de um figura hoje bem famoso na imprensa petista, amiguinho de ideologia de Paulo Henrique Amorim, Luís Nassif e afins. Uma ou duas semanas depois, SUR-PRE-SA: anúncio de página inteira desta prefeitura em um dos espaços publicitários mais caros do jornal. Que tal? Para piorar: o meu camarada não ficou nem chateado. .
 
3 – Esta foi recente: na época do impeachment da Dilma, o pau comeu num daqueles protestos da esquerda. No portal de internet onde eu trabalhava, fizeram uma reportagem denunciando que estudantes foram agredidos pela polícia, naquele tom de “denúncia” que a gente conhece. Quem foi um dos militantes que disseram ter apanhado da PM? Um REPÓRTER do portal. E ele foi ENTREVISTADO. Usaram um nome diferente do que ele assinava as matérias no site e fizeram uma foto dele DE COSTAS. Deu pra entender? Vou repetir: o repórter do portal foi entrevistado como um militante de esquerda (e ele é mesmo!), e para disfarçar a parcialidade colocaram um nome diferente e uma imagem sem o rosto. É brincadeira?
 
Poderia citar muitos outros exemplos, que estão se tornando mais e mais frequentes nos últimos tempos. Parece que a cada dia a situação fica pior. No jornalismo, todo mundo sabe que 100% de imparcialidade não existe, mas os novos profissionais nem tentam buscar o equilíbrio. “Nós estamos do lado certo, pronto e acabou. E quem discordar é direita radical, racista, homofóbico, blablablá”. É só acompanhar o que repórteres como os da GloboNews, ou da ESPN, escrevem no Twitter. E depois ler e ver as matérias delas. Está tudo ali, na cara.
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Todo mundo aqui sabe como o pessoal de esquerda é autoritário, né? Agora imagina esta “filosofia” em um ambiente de trabalho. É óbvio que quem deseja ver o Lula na cadeia ou tira sarro do Partido do Socialismo e Liberdade (risos) no mínimo não tem AQUELA SIMPATIA da maioria dos chefes. Culpa de: a) as faculdades de jornalismo, que como todas de humanas, são um centro de lavagem cerebral pró-esquerdismo; b) a profissão hoje é coisa para rico. As faculdades são caríssimas e quem não fez colegial em Nova York ou fala três idiomas tem raras chances, principalmente com as poucas vagas disponíveis no mercado. O resultado é uma geração de legítimos representantes da esquerda caviar dominando as redações e escrevendo sobre política com bottom “Fora Temer” na roupa (sim, isso eu também vi…).

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11 comentários sobre “Carta revela estrutura midiática brasileira apodrecida pelo esquerdismo

  1. Lamentável como o jornalismo brasileiro está doutrinado pela esquerda e com isso trabalhando contra um país sério.Fico observando as matérias jornalisticas sobre segurança,que incitam a sociedade contra os policiais,em benefícios dos bandidos.Trabalham contra a ordem,a segurança,os bons costumes;triste.

  2. O que é mais preocupante a meu ver é a ignorância e indolência que o Google imprime às pessoas. Atentem porque essa “coisa ” não se restringe ao jornalismo. Só é mais evidente nele.

  3. Bom, qualquer um pode criar um nome fake, e falar coisas como “Um grande jornal”, “Uma cidade da Grande São Paulo”, tentando fazer soar como fatos.

    Sem data/local/nomes, isso tá pior que qualquer fanfic criada por adolescente.

  4. Este processo já vem acontecendo a mais de 40 anos. O mais assustador é que o mesmo ocorreu/ocorre nos Estados Unidos.

    Se começarmos corrigir agora esta lavagem cerebral nefasta somente em 20 anos os resultados irão aparecer.

  5. Eu trabalho numa estatal e também convivo diariamente com muitas pessoas totalmente idiotizadas pela ideologia de esquerda – exatamente como os jornalistas que o autor do texto acima falou. Gente que até hoje chama o impeachment de “golpe”, que acha que o atraso do Brasil existe porque “somos explorados pelos países ricos”, que ainda acredita em “socialismo”, que acha que Cuba e Venezuela são maravilhosos, que acha que “não existem provas” contra o Lula, etc… Vocês não fazem idéia do tamanho da paciência (leia-se: SACO) que eu preciso ter para aguentar esses papos todos os dias. E, como o autor do texto acima disse, são boas pessoas – gente legal, simpática… Mas totalmente ignorantes, ingênuas e vítimas de uma lavagem cerebral de esquerda que domina a mídia inteira do país atualmente. Enquanto esse tipo de mentalidade predominar aqui no Brasil, podemos ter certeza que não iremos a lugar nenhum.

    1. Trabalho em escolas públicas e a situação é a mesma. Defensores ferrenhos de Lula/Dilma sem ao menos ter conhecimento do que é socialismo, enquanto aqueles que o tem, o incitam mais ainda. Porém, todos adoram as benesses do capitalismo “opressor”.
      E ai de quem se dizer eleitor do Bolsonaro! É chamado de todos os “istas”.

  6. “Dia 1º de janeiro de 2002. Dia de posse de Lula.”, desculpe, mas o dia de posse do futuro réu e corruPTor-mor Lula aconteceu no dia 1º de janeiro de 2003 e não 1 ano antes, pois se fosse, as eleições presidenciais aconteceriam em 2001 e não em 2002.
    Já o jornalismo ser infiltrado pelo lixo da esquerda em países que nunca passaram ou passou por governo de esquerda vem da época da Guerra Fria, que começou no final dos Anos 60 (precisamente em 1968), quando jornalistas anti-comunistas foram substituídos por quem simpatizava com os vermelhos (socialistas, comunistas e esquerdistas).
    A prova do começo da infiltração é de 1980, o site Reacionária revelou que a Folha de São Paulo já torcia a reeleição do governo desastroso do democrata Jimmy Cater (crise econômica interna e duas revoluções derrubaram seus governos aliados no exterior) dos EUA contra o republicano e conservador Ronald Reagan
    O jornal de fato errou feio sobre o Reagan e o vice George Bush (que foram uns dos responsável pelo fim da Guerra Fria), junto com os conservadores Margareth Tatcher (da Inglaterra), Hemult Kohn (da Alemanha Ocidental pré-unificação) e Papa João Paulo II (Vaticano).
    E o mais terrível é que com o fim da Guerra Fria, a esquerda não ficou enfraquecida, foi mais forte do que nunca: passou a disputar eleições e reuniões do Foro de São Paulo (aquela sonegada por anos pela mídia supostamente de direita) e aproveitou crescer em cima de escândalos praticados pela direita corrupta, pra mostrar que a esquerda não é corrupta (foi só assumir governos pra mostrar que ela é corrupta, desorganizada, intolerante, entre outros).
    No Brasil, não fica por fora, foi só Fernando Collor (que era governo conservador e arruinou a imagem da direita) cair em corrupção por meio do impeachment, para que PSDB e PT, com ajuda dos ladrões do PMDB (que era oposição ao Regime Militar), assumirem o poder em 1995, com Fernando Henrique Cardoso (aquele tachado pela esquerda de “direita”, “neoliberal”, entre outros), que nada mais hoje em dia, é um “socialista fabiano” que foi responsável pela ascensão do Lula, que nunca investigou FHC em seu governo, porque se fizesse, acaba com polarização PT-PSDB!
    O vice de Collor, Itamar Franco, só percebeu a malandragem que o envolveu por volta de 1998, que passou a oposição. Foi a mesma coisa com ACM que rompeu com FHC em 2001. Depois do Lula vencer, na tentativa de convencer muita gente a votar, teve que corromper com figuras nefastas que jurava em nunca subir em palanque. Taí o resultado: PT e seus aliados, incluindo linhas auxiliares, arruinaram nosso país.

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