Faculdade de Educação da USP realiza evento “Criança Viada Travesti na Escola”

A Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FE-USP) realizou nesta segunda-feira (23) a roda de debate “Criança Viada Travesti na Escola”.

De acordo com a descrição do evento, é necessário “que se fale para crianças e adolescentes sobre a possibilidade de ser e viver fora da cis-heteronorma”. Por isto, o “Coletivo Diversidade de Gênero e de Sexualidade FEUSP”, responsável pelo evento, organizou a roda de conversa para “falar sobre orientação sexual e identidade de gênero na infância e adolescência em espaços educativos”.

Os participantes do debate incluíram Luís Saraiva (doutor em psicologia social, falando sobre “identidade de gênero” na infância e adolescência), Magô Tonhon (mestranda em estudos culturais pela USP, taróloga e criadora do canal Voz Trans) e Mayla Rosa (professora de ensino fundamental e autodeclarada “feminista interseccional).

A USP custa R$ 4,8 bilhões por ano aos pagadores de impostos do Estado de São Paulo, como informado em sua dotação orçamentária de 2017.

As informações são do Instituto Liberal de São Paulo.

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9 comentários sobre “Faculdade de Educação da USP realiza evento “Criança Viada Travesti na Escola”

  1. O Brasil precisa ALTERAR completamente toda sua Biblioteca de Leis, em “Favor do Cidadão-LEGAL”;e rígidez “Contra Predadores Sociais”:Constituição dos EUA de 1791:Sendo necessária a Segurança “do Cidadão” e de um “Estado Livre”;o Direito do Povo de possuir e usar armas não poderá ser infringido.

  2. É impressionante como insistem no erro!!! Nunca o cidadão de bem achará normal o que é uma aberração!!! Será que não se dão conta que é melhor serem discretos, pois quanto mais falarem no assunto e quiserem impôr que isso é normal, mais provocarão a reação da sociedade de bem e fomentarão o preconceito? Gente burra.

    Ah!! E não esqueçam, se é normal, aceitável e até arte chamar criança de “viada” ou “transviada”, não há qualquer problema, nenhuma ofensa ou ilegalidade em chamar quem tem este desvio de ser homossexual de “viado”, “transviado” ou outras coisas do tipo.

    A partir de hoje não se ofendam se alguém chamar assim, visto que foram os próprios que abriram caminho para que assim se faça, e pior, direcionaram a qualificação “vulgar” as criança, as quais são incapazes e hipossuficientes.

    1. edson de Mello => nao precisa de mais palavras ! Nocauteou!! 👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻

  3. ZOG – Realmente é difícil entender a ligação entre o “Coletivo” e a Faculdade de Educação da sempre respeitada USP. Será que o tal “Coletivo” é parte da Faculdade? Será um grupo de pesquisa? Uma ONG gestada dentro do centro de formação de professores? Como isso é mantido? O MEC autoriza essas coisas? Tempos tenebrosos vivem as IFES hoje! É urgente que as universidades procurem racionalizar academicamente e/ou administrativamente a expansão de grupos não científicos/ experimentais/ técnicos cujo principal objetivo parece ser o de manter a hegemonia da esquerda e de partidos políticos dentro das Faculdades. É o dinheiro do povo! Pelo título do evento se pode notar que não é um grupo de pesquisa, não é um seminário de atualização, não é um encontro para exposição de dados, não é um encontro para iniciação científica. Parece ser uma espécie de revanche contra o fechamento da malfadada exposição de Porto Alegre inclusive usam um cartaz que copia “obra” apresentada na capital gaúcha (?). Que o Ministro Mendonça Filho honre Pernambuco, como vem fazendo em muitos casos, não permitindo que essas temáticas ideológicas da UNESCO, sejam introduzidas no Currículo Nacional sem o devido aval da ciência. Lamentável. At. ZOG.

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