Efeito Funaro: Lewandowski faz narrativa contra aqueles a quem chama de “moralistas”

Ricardo Lewandowski, na Folha de S. Paulo, escreveu o seguinte:.

“A crônica da humanidade é pródiga em desvelar o trágico fim de moralistas que empolgaram o poder e exercitaram aquilo que consideravam direito a seu talante. Basta lembrar a funesta saga do monge Girolamo Savonarola (1452-1498), o qual, com pregações apocalípticas, extinguiu o virtuoso capítulo do Renascimento florentino. Acabou seus dias ardendo numa fogueira. Ou a do deputado jacobino Maximilien de Robespierre (1758-1794) que, durante a libertária Revolução Francesa, mandou executar arbitrariamente centenas de opositores reais ou imaginários. Terminou guilhotinado, abrindo caminho para Napoleão Bonaparte (1769-1821). Quer tenham sobrevivido por mais tempo ou deixado a vida precocemente, os moralistas jamais foram absolvidos pela posteridade.”

Isso foi logo depois de Lúcio Funaro, o delator, afirmar que Luciano Lewandowski, irmão do ministro, está envolvido em caso de corrupção. O ministro petista chama de moralistas aqueles que o criticam por sua atuação suspeita.

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Um comentário sobre “Efeito Funaro: Lewandowski faz narrativa contra aqueles a quem chama de “moralistas”

  1. Tenho uma honra imensa de estar do lado de pessoas que defendem aquilo que é certo do ponto de vista judaico-cristao.
    O religioso a que se refere esse juizinho foi contemporâneo do prefeito de Florença, na Itália e tão corrupto quanto o ex-presidente tão ardorosamente defendido por esse aí. Pois bem. Certo dia Savonarola chegou diante desse prefeito extremamente corrupto e profetizou sua morte. Tempos depois o prefeito morreu.

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