Vera Magalhães e Marcelo Madureira dão piti e acabam contradizendo os próprios discursos ao vivo

Os comentaristas do programa Três em Um da rádio Jovem Pan, Vera Magalhães e Marcelo Madureira conseguiram entrar em contradição em seus discursos sobre o caso “da volta do trabalho escravo” que está sendo pregado pela extrema esquerda.

O escritor Luciano Ayan analisou o caso em seu blog e provou a contradição dos dois

Resumindo o tema de forma tão clara quanto resumida: o ministro do trabalho baixou uma portaria eliminando um truque de vagueza utilizado para usar o rótulo de “trabalho escravo” politicamente. O truque era baseado em simular que, em isolado, a presença de “condição degradante” ou “jornada exaustiva” seria o suficiente para caracterizar trabalho escravo.

O truque sempre serviu para que fiscais do trabalho que atuassem politicamente pudessem arrumar declarações sobre jornada exaustiva ou condição degradante e, somente por isso, tirar empresas do mercado, principalmente os que se opõem ao seu projeto de poder. A extrema esquerda sempre se esbaldou com isso.

Com a nova portaria, é possível punir alguém por impor jornada exaustiva ou condição degradante, desde que elas sejam acompanhadas de coisas como privação da liberdade, retenção de documentos e outros atributos da verdadeira escravidão.

O ministro do trabalho está certo e não há argumento que possa ser feito contra ele.

Ciente disso, Gilmar Mendes commentou: “Eu não tive tempo ainda de ler a portaria e terei de fazer a devida aferição. Esse tema é sempre muito polêmico e o importante, aqui, é tratar do tema num perfil técnico, não ideologizado. Há muita discussão em torno disso. Eu, por exemplo, acho que me submeto a um trabalho exaustivo, mas com prazer. Eu não acho que faço trabalho escravo. Eu já brinquei até no plenário do Supremo que, dependendo do critério e do fiscal, talvez ali na garagem do Supremo ou na garagem do TSE, alguém pudesse identificar, ‘Ah, condição de trabalho escravo!’. É preciso que haja condições objetivas e que esse tema não seja ideologizado”.

Foi daí que Vera Magalhães e Marcelo Madureira resolveram jogar pra galera e deram piti no final do programa “3 em 1” desta quinta (19).

Veja, a partir dos 45 minutos:

Marcelo Madureira e Vera Magalhães deram um tiro no pé e provaram que o truque de vagueza da extrema esquerda para usar o termo “escravidão” politicagem é pura farsa.

Gilmar Mendes disse que seu trabalho poderia ser considerado “exaustivo”, portanto se encaixaria na norma da escravidão.

Vera e Madu deram piti e disseram que isso é cinismo, já que ele tem estabilidade, bom salário, etc…

Ué, isso prova que o truque de vagueza da extrema esquerda – que propõe que a constatação de “trabalho exaustivo”, isoladamente, constitui escravidão – não serve.

Quanto mais Vera Magalhães e Marcelo Madureira esperneiam com a declaração de Gilmar Mendes mais mostram como é preciso ter mais do que trabalho exaustivo para existir escravidão.

A portaria está correta. Gênios!

Fonte: Ceticismo Político

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4 comentários sobre “Vera Magalhães e Marcelo Madureira dão piti e acabam contradizendo os próprios discursos ao vivo

  1. O Andreazza foi coerente e entendeu dessa forma mas o madureira é meio irônico e você nunca sabe quando fala sério,só faz confusão, ironia é perigos ,tem gente que acredita na ironia

  2. É triste ver gente que se diz esclarecida, ocupando um espaço importantíssimo em veículo de informação, vomitar platitudes globalistas e clichês ridículos sem analisar a importância de se discutir a tipificação e diferenciação entre trabalho análogo a escravidão e mal humor ideológico do fiscal.
    Vão estudar antes de vociferar platitudes a milhões de ouvintes. Parabéns ao Jornal Livre pela coragem de enfrentar um tema tão espinhoso.

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