Curador da Queermuseu fala em “criminalização da arte”, mas o que se está criminalizando é apenas a pedofilia mesmo

Gaudêncio Fidélis, curador da exposição “Queermuseu”, deu entrevista ao El País falando sobre a “criminalização da arte”. Mas, antes de tudo, vamos ao trecho mais irônico da matéria:

A casa da produtora Paula Lavigne virou um quartel geral de cantores, pintores e atores nos últimos dias. Com acesso direto do elevador, o enorme apartamento com vista da praia de Ipanema tem recebido cerca de 100 artistas desde quinta-feira. Indignada e preocupada, a classe artística brasileira no Rio de Janeiro está prestes a contra-atacar a onda conservadora que achou eco e capital político em denunciar exposições, peças de teatro e performance sob acusações de pedofilia, zoofilia e ofensas às crenças religiosas.

Um bando de riquinhos mimados se organizando publicamente para lutar contra o povo, o mesmo povo que dizem defender, é no mínimo a maior contradição de todos os tempos. Quem está criticando as exposições pedófilas não é só a direita, mas a população como um todo. Exceto pelos “artistas” e militantes de partidos e movimentos de extrema-esquerda, quase a totalidade das pessoas está contra estas exposições.

“Essa exposição nunca foi polêmica. Essa narrativa criada em torno de apenas quatro obras entre 263 que fazem parte da mostra é muito específica e com objetivos obscuros bem direcionados”, completa o curador Fidélis.

Além da teoria conspiratória, ele disse também:

“Eles conseguiram tanta adesão porque as pessoas não estão vendo a exposição. Estão vendo imagens e vídeos editados. O vídeo de Crivella subestima a inteligência do cidadão, ele afirma uma coisa sobre algo que não viu. Ele usa a crença do cidadão na autoridade que ele tem para mentir. Ele tem que explicar o que ele quer dizer. As medidas judiciais cabíveis serão tomadas depois.”

E mais:

“E veja bem a rapidez com a que isto vem acontecendo. Em seis meses, se não reagirmos, nós teremos um estado de exceção em que a criminalização da arte terá sido consolidada, até o ponto de eles não só decidirem o que pode ser visto se não o que pode ou não ser produzido. E um momento bem grave”.

Ora! Quem disse que a arte está sendo criminalizada? O foco das críticas foi justamente estas obras específicas que incitavam a pedofilia e a zoofilia. E mais: a maioria das pessoas só se viu indignada com tudo isso em virtude do simples fato de que o evento, organizado pelo Santander Cultural, não só captou recursos da Lei Rouanet como também foi direcionado a crianças de escola pública.

Evidentemente, se fosse uma mostra organizada para adultos e com dinheiro privado nada disso teria chamado tanta atenção, exatamente como acontece com milhares de obras pornográficas pelo país e pelo mundo todo. O que se está criminalizando não é a arte, é a pedofilia e o uso de dinheiro público para fazer lavagem cerebral esquerdista na mente de crianças em idade escolar.

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Um comentário sobre “Curador da Queermuseu fala em “criminalização da arte”, mas o que se está criminalizando é apenas a pedofilia mesmo

  1. Algo que os esquerdistas menos doidos (não necessariamente racionais) e os donos do Banco Santander deverão lembrar-se para sempre: tudo começou com esse cara e sua decisão de promover a exposição sexo-escatológica. Até então, havia tolerância dos cidadãos normais às demonstrações bizarras da extrema esquerda.
    Investigando aqui e ali, foram descobertas ramificações subterrâneas relacionadas ao financiamento e à destinação do tal “evento” – visava doutrinar cabeças de jovens.
    Os cidadãos “conservadores” não fizeram nada além do esperado de pessoas de qualquer país: reagiram de forma contundente (através do boicote), mas democrática.
    Se os esquerdistas extremistas querem achar algum culpado pela baixíssima imagem que adquiriram, culpem o Gaudêncio Fidélis, futuro ministro da Cultura do governo Marina Silva ou Lulão.

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