“Deixem as crianças em paz”

por Roger Scar

Depois que passaram da fase de capturar os adolescentes em puberdade, aproveitando-se da explosão hormonal e da inconsequência, as esquerdas perceberam que seria a hora de começar a pegar presas ainda mais fáceis: as crianças. Foi então que se deu início a uma nova fase, a de diminuir a importância da infância e começar a “adultizar” crianças cada vez mais cedo, expondo-as à violência, ao sexo, às drogas e a tudo aquilo que há de prejudicial a uma pessoa em fase de desenvolvimento.

Foi assim que professores treinados dentro de partidos começaram a fazer lavagem cerebral em salas de aula, mas agora não só nas faculdades e escolas secundárias. Agora, mais do que isso, estão nas escolas primárias e em breve estarão também na pré-escola. Lutaram contra a publicidade infantil na TV, cientes de que isso tornaria os programas infantis inviáveis. Foi assim que a Rede Globo deu fim à TV Globinho para substituir a programação por um programa adulto, mas um programa adulto que só fala sobre como as crianças devem ser usadas dentro de uma agenda política esquerdista.

Basicamente, definiram que propaganda para crianças comprarem um carrinho de controle remoto era muito torpe, mas não há problema algum em forçá-las a assistir toda sorte de putaria e incitação a relação sexual precoce. Claro que não. E não se engane em pensar que é exagero suspeitar que tudo isso tenha sido intencional. Há indícios muito fortes e conexões muito claras entre uma coisa e outra.

O programa de Fátima Bernardes, que é usado quase integralmente para promover ideologia de gênero para crianças, entrou no ar quando a emissora extinguiu a programação infantil. Esta, por sua vez, foi extinta após massivas campanhas contra a publicidade infantil de produtos bobos como Kinder Ovo ou Mc Lanche Feliz. Para quem sabe somar 2 e 2, é fácil entender que sem publicidade infantil não há porque existir a programação voltada a este público.

Quem atuou fortemente nestas campanhas para lutar contra a publicidade infantil foi o Instituto Alana, fundado por Ana Lucia de Mattos Barretto Villela, bisneta do fundador do Itaú e mais jovem bilionária do país. O Itaú e o Instituto Alana patrocinam o Museu de Arte Moderna. O Itaú tem fortes ligações com a REDE, de Marina Silva, e o presidente do banco chegou a defender Dilma Rousseff na época do impeachment.

Tudo isso seria mera coincidência? Bilionários estão por trás disso tudo, como é o caso do movimento “Acredito”, ligado ao PSOL, mas financiado por ninguém menos do que Jorge Paulo Lehmann, o homem mais rico do Brasil. Este movimento é responsável por promover ideologia de gênero, mas é claro que eles não admitem isso. Dizem que buscam “soluções para o Brasil”.

Por isso não é surpreendente que a Rede Globo tenha ficado ao lado das exposições Queermuseu e La Bête. Ela defende isso desde suas bases! De qualquer forma, seja como for, o recado das ruas é claro e direto: Deixem as crianças em paz!

Anúncios

3 comentários sobre ““Deixem as crianças em paz”

  1. Parabéns por usar como referência a imagem do filme The Wall, do Roger Waters, esquerdista convicto.. Prova a falta de informação e coerência de vcs

  2. 1) Antigamente, falava-se da atuação misteriosa e oculta dos Illuminati, responsáveis pela Nova Ordem Mundial. Como semi-deuses onipotentes, elegeriam presidentes e primeiros-ministros.
    Para os adoradores de conspirações, a fatídica eleição do Lula I teria sido uma ação Illuminati, e não graças à burrice coletiva de milhões de eleitores da classe média – sem os quais o Sapo Barbudo jamais teria sido eleito.
    A atuação do “Clube dos Banqueiros e Bilionários ajudados pelo BNDES” na doutrinação dos jovens e crianças é real; não é teoria conspiratória.
    Esses ricaços são o sustentáculo econômico-financeiro do projeto de poder das esquerdas extremistas, que sozinhas jamais conseguiriam manipular editorias de jornais, revistas, rádios e TVs.
    Ao contrário do filantrópico e humanista Bill Gates que patrocina ações humanitárias ao redor do mundo, o pilantrópico e esquerdista Jorge Paulo Lemann desenvolve seus lemmanistas, os kikos marinhos que dominarão o Brasil pós-Lula.
    2) A recente aparição das “Crianças da Folha de São Paulo” – aquelas que sabem tudo sobre questões do mundo adulto, mais até do que os adultos – é coincidência demais, no contexto lavajatista janotista esquerdista (“Todos os políticos são ladrões”, “O MBL é censor, fascista e nazista”, “O Lula rouba mas faz”).
    Se algum adulto falar algo sobre temas próprios das crianças, será chamado de besta quadrada pela galerinha. Mas os mini-Einsteins (de 10 anos de idade ou menos) e futuros Guilherme Boulos e Carina Vitral podem abrir a boca e peitar os mais velhos. Segundo os militantes esquerdistas da “Folha de São Paulo”, é algo normal e pedagógico.
    Uma vez que criticar crianças tagarelas pega mal para quem as critica, basta usá-las como marionetes para atacar políticos, juízes, jornalistas e figuras públicas que ameaçam o projeto esquerdista.

  3. ZOG – Na minha modesta opinião o Sr. Scar não está totalmente correto. Por exemplo, não acredito que a esquerda Tapuia capturou os adolescentes e crianças no Brasil, pelo menos não ainda. O que esse pessoal está fazendo é introduzir o tema. De forma silenciosa, solerte, célere e quase com certeza, torpe. Através das universidades federais (faculdades de pedagogia, História, Geografia, Ciências Sociais e Filosofia), das escolas públicas, das ONGs, das Fundações, dos “coletivos”. Acho que, trata-se de universalizar no país as “pautas” da UNESCO: coisas como direitos LGBT, aborto, desarmamento, menoridade penal, “ressignificação” e, obviamente, ideologia de gênero. Não tenho certeza, porém, acredito que o alvo principal são as meninas. Notadamente antes que possam sentir com clareza o interesse hormonal. Meninas “empoderadas”, anti-falocráticas, anti-heteronormativas, meninas – viadas, meninas – macho. Mira-se numa sociedade sem família, sem “repressão”, sem cristianismo (o judaímo, evidentemente, está fora da crítica), sem pátrio – poder, só o Partido importa. Só a “liberdade” das classes trabalhadoras. Lamentável. At. ZOG.

Deixe uma resposta