Magno Malta declara apoio a MBL após movimento sofrer ataque ordenado da classe artística

Os casos polêmicos “Queermuseu” e “La Bête” continuam gerando desdobramentos na sociedade.

O primeiro se tratou de uma exposição realizada pelo Santander Cultural em Porto Alegre que tinha objetivo “educativo” claro – escrito em edital oficial dos projetos beneficiados com o recurso do Incentivo Fiscal via Lei Rouanet – direcionado para escolas, com direito a material didático, onde obras que representavam comportamentos sexuais repudiamos pela maioria dos brasileiros, como zoofilia, levou a sociedade civil organizada a boicotar o banco Santander, que acabou encerrando a mostra cultural antes do prazo que havia sido determinado pelos organizadores do evento.

Defensores da “Queermuseu”, na época, organizaram protestos contra o encerramento. O ativista Arthur Moledo do Val, do canal Mamãe Falei, esteve no ato – com viés totalmente de extrema esquerda – e foi brutalmente agredido por um professor (este acabou demitido do local em que trabalhava, o curso preparatório para vestibulares Anglo).

Após este episódio, outro tomou a frente das polêmicas.

Na abertura do 35 Panorama da Arte Brasileira, evento promovido pelo Museu de Arte Moderna de São Paulo, um vídeo da performance de abertura, nomeada “La Bête”, própria para o público maior de 18 anos, viralizou nas redes sociais. O motivo foi a participação de uma menina, de aproximadamente 4 anos, que é induzida pela mãe a tocar no corpo do artista nu.

Imediatamente a história se espalhou, e novamente a maioria dos brasileiros se indignou com as imagens. O debate sobre pedofilia foi levantado e formadores de opinião, políticos, críticos, advogados, psicólogos, instituições e artistas se posicionaram contra ou a favor da performance.

Apesar de ser uma indignação legítima dos brasileiros, os artistas defensores dos casos “Queermuseu” e “MAM” declararam guerra ao Movimento Brasil Livre – MBL, por ter  sido um dos movimentos políticos que denunciou o episódio. Segundo eles, o movimento estaria tentando “censurar” a arte. O que é uma falácia e vitimismo hipócrita. Apenas quem pode censurar é o governo, um movimento social consegue, no máximo, participar de um boicote ou de uma manifestação.

Paula Lavigne, esposa de Caetano Veloso, encabeçou uma campanha contra o movimento e os políticos que criticaram os conteúdos expostos para crianças e declarou que a classe artística iria iniciar uma batalha judicial por “difamação” com todos aqueles que denunciaram as obras por incentivo a pedofilia, segundo noticiou O Globo.

O senador Magno Malta, um dos representantes do povo que se indignou com os episódios em questão, declarou apoio ao MBL em seu Twitter neste sábado, 07.

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É importante deixar claro que esta não é uma briga do Movimento Brasil Livre. É uma briga de todos aqueles que se indignaram com os acontecimentos, tanto do Santander Cultural quanto do MAM-SP.

O “342 artes”, movimento lançado por Paula Lavigne, nada mais é do que a exposição do viés autoritário daqueles que querem que artistas sejam imunes a críticas.  Dos que levantam a bandeira de que em nome da arte tudo é permitido. Não por acaso, o deputado Jean Wyllys pretende, através de uma PL da qual é relator, “descriminalizar performances artísticas”. Esta iniciativa é a prova cabal de que até mesmo para a arte existe limite.

O “342 artes” declarou guerra – cultural – não ao MBL, mas a todos os brasileiros de bem, que querem a preservação da inocência das crianças, que são contra a erotização infantil, que não querem que o público infanto-juvenil seja direcionado a conteúdos pornográficos, mesmo que estes sejam na forma de obras de arte. Se esta iniciativa da classe artística funcionar será instaurada a “ditadura artística”, onde a população é obrigada a aceitar tudo, até mesmo que crianças sejam erotizadas, em nome de uma “arte” produzida por militantes da extrema esquerda.

 

 

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5 comentários sobre “Magno Malta declara apoio a MBL após movimento sofrer ataque ordenado da classe artística

  1. Jean Wyllys pretende, através de uma PL da qual é relator, “descriminalizar performances artísticas”.

    Claro que haverá exceções, as quais inclui qualquer tipo de arte considerada ofensiva a esquerda. Via de regra, todo ativismo de liberdade de expressão pela esquerda é exclusivo para a esquerda.

  2. opa, se descriminalizar a arte vou chamar todas as pessoas que não gosto, colocar numa sala e lançar gas venenoso, e dizer que é uma arte que mostra o quanto a vida é efêmera

  3. A esquerda não faz a mínima questão de esconder de que lado está. Estamos numa batalha real entre os valores morais e a libertinagem declarada e escancarada. Nenhum de nós somos perfeitos ou santos, mas existem limites e diretrizes que nos regem e que nos diferenciam dos seres irracionais, quando ultrapassamos esses limites, perdemos o sentido de sermos “humanos”.

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