Em entrevista exclusiva, psicóloga afirma que existe um movimento para “naturalizar a pedofilia”

Marisa Lobo, psicóloga e especialista em Direitos Humanos, concedeu uma entrevista exclusiva ao JornaLivre para tratar sobre a polêmica do caso “MAM” e a “performance La Bête”. 

Confira a entrevista:

JL: Como mulher e mãe, quais foram suas impressões ao assistir pela primeira vez ao vídeo da performance que ocorreu na abertura do 35 Panorama da Arte Brasileira do MAM-SP?

Indignação, por não ter uma autoridade, um adulto consciente naquele lugar, capaz de impedir aquele abuso. Segundo o estatuto da criança do adolescente e as  leis brasileiras, aquela menina foi exposta  a situação vexatória, a conteúdos sexuais, a nudez de um adulto desconhecido, abusada  psicologicamente, exposta a um situação de risco, usada como objeto de prazer dos adultos a sua volta que regozijavam com a real possibilidade  de uma criança  poder tocar um corpo  nu de um adulto, quiseram naturalizar este ato, este comportamento degradante, ali foi claramente trazido a discussão de aceitação social da pedofilia…

JL: O principal ponto que está sendo debatido em torno desta polêmica do MAM/SP é que tipo de efeitos psicológicos a exposição de uma criança a um adulto estranho e nu, nos primeiros anos de infância, como se fosse algo natural, e, ainda por cima, com o incentivo da mãe – que seria a autoridade máxima ao filho nesta idade -, enfim, este tipo de ação pode gerar quais impactos na criança?

O abuso sexual é um tema que choca. É um ato  desumano que traz feridas profundas, porém muitas vezes ‘invisíveis’ aos olhos dos terapeutas. As vítimas de abuso sexual, de exposição a conteúdos eróticos, ficam marcadas pelo resto de suas vidas por esta ação destrutiva, o que inevitavelmente traz consequências muito sérias para seu desenvolvimento emocional e para seus relacionamentos futuros

Muitos sintomas aparecem ainda na infâncias como: problemas de sono, pesadelos, medo, insegurança, tristeza, depressão, comportamentos agressivos – por não entender, e não saber expressar o que sentem –  compulsão por masturbação, interesse precoce por sexo (erotização infantil) e novos ao longo da adolescência e vida adulta, tais como drogadição, transtornos alimentares e distúrbios de personalidade, estas são consideradas tentativas mal adaptadas de se lidar com o trauma do abuso e com as memórias conscientes ou não que tendem a vir à tona mais facilmente diante do estabelecimento de relacionamentos íntimos e sexuais na vida adulta.

Crianças, quando exposta com anuência de um dos genitores, correm ainda um grande risco de achar natural, ou seja, se um adulto lhes tocar ou pedir para ser tocado, sua memória oferecerá a cena onde foi exposta com a segurança da presença dos pais e poderá ceder ao abusador, por achar que é ” normal” com o passar do tempo, colocará juízo de valor e começara todo seu tormento psicológico, quando ela entender que foi abusada entrara em processos que podem se tornar agressivos a ela ( a criança) e a terceiros.

JL: Um dos argumentos levantados dentro do debate político pelos que defendem ideologias de esquerda é de que quando uma criança é, deste cedo, apresentada a sexualidade como algo natural, o sexo deixa de ser um tabu e isso seria algo positivo para o desenvolvimento mental da pessoa, alguns utilizam até mesmo os índios como exemplo. Já os conservadores condenam a ideia e acreditam que a exposição de uma criança a sexualidade na infância pode causar a erotização, despertando a curiosidade da criança, e abrir caminho para que a prática da pedofilia seja, em breve, aceita na sociedade. Primeiro, tem cabimento a comparação de que “na cultura indígena é normal”? Como a psicologia trata esta questão? Afinal, a sexualidade apresentada na infância influência de forma positiva ou negativa?

Não somos índios, somos civilizados

A verdade é que os índios quando civilizados lutam contra o abuso sexual infantil, entendem como violência contra a criança, ninguém aceita ser abusado, só uma pessoa concorda com essa afirmação – os pedófilos, abusadores – . Todo ser humano deve repudiar qualquer tipo de abuso infantil. Existem algumas  tribos distantes da civilização que tem relação sexual com crianças, que já reproduzem, para garantir a propagação da espécie.  É descabida esta comparação, ela é usada pelos pedófilos de todo mundo que estão em campanha para tornar a pedofilia um ato de “amor”. Muitas perversões sexuais existem e sempre existiram em diversas culturas e são rechaçadas por toda sociedade que promove o respeito à dignidade humana, quem usa estes argumentos vá morar nestas tribos então, vá se tratar pois só pode ser um pedófilo tentando normalizar a pedofilia através da aceitação social dessa perversão doentia sexual.

JL: Existe um esforço para que a pedofilia passe a ser encarada como uma doença dentro do campo acadêmico da psicologia? O interesse por este tema está crescendo?

Pedofilia é reconhecida como parafilia, como distúrbio sexual em todos os compêndios de psiquiatria, porém a organização mundial de saúde e a associação americana de psiquiatria têm recomendado que a pedofilia seja entendida como orientação sexual parafílica. Ou seja, uma orientação sexual patológica.  O perigo disso é que, sendo uma orientação sexual reconhecida, muitos podem  defender a pedofilia como uma orientação sexual embora pedofilica como um direito e lutar pela sua naturalização como já acontece em cerca de quinze países pelo mundo. Podemos citar o Canadá onde existe até projeto de lei defendendo o pedófilo e um movimento para tratar com humanidade os pedófilos pois segundo esses defensores “pedófilos são apenas homens que amam crianças”. Quanto a psicologia brasileira, infelizmente até esta data não se manifestou sobre a exposição de crianças em performances de “arte”, deixando profissionais apreensivos e indignados em todo Brasil. Nos questionamos o que pode ser mais importante do que defender nossas crianças contra abusos dessa natureza, talvez o CFP (Conselho Federal de Psicologia) não considere esse tipo de exposição abusiva, o que seria um acinte. Estamos aguardando manifestação do CFP e condenando seu silêncio.

JL: Pensando sobre o comportamento dos movimentos sociais e ações políticas, com a polarização cada vez maior em torno dos temas controversos, você concorda que os que se colocam à esquerda têm aumentado cada vez mais a perseguição aos liberais-conservadores justamente por causa das contestações que os que se colocam à direita tem feito, por todos os meios, as pautas partidárias de esquerda?

As pautas da esquerda são oportunistas, burras e abusivas. Os tais esquerdistas seguem cegamente seus líderes e ídolos sem questionar. Pura alienação, viraram escravos dessa doença, dessa droga chamada esquerda. Perderam o poder de decisão, não desenvolvem mais censo crítico. A esquerda se associa a qualquer aberração apenas para ser do contra e perseguir seus desafetos, ainda que essa associação seja a um tema tão degradante como de exposição de crianças a pedofilia, zoofilia. Essa é a verdadeira face dessa esquerda, batem no peito se dizendo defensores dos direitos humanos e negligenciam os cuidados mais primários com crianças enquanto se ocupam de pautas que só desconstroem valores famílias e infância.  

Estamos vivendo uma guerra ideológica, de valores morais, inclusive política, é fato. Mas a esquerda está totalmente doente, confundindo lutas por direitos com pornografia, abuso sexual infantil, orgias, pedofilia, zoofilia, etc. Confundindo direitos humanos com direitos a ofender e odiar a fé alheia e seus opositores. A estratégia dos pós modernidade é as artes, que tem liberdade constitucional e tem sido confundida com escarnio da moral e perseguição religiosa bem como com meio a introduzir toda e qualquer perversão sem que se note, sem que se puna.  Tudo o que eles dizem condenar na Direita é o que eles são e fazem. Somos a projeção esquizofrênica de uma esquerda idiotizada. Se ao menos conseguissem questionar os abusos, não seriam tão esquizoides.

 JL: Há quem defenda que existe um movimento pró-pedofilia que visa primeiro desgastar o termo “pedofilia” e emplacar a ideia de “amor intergeracional”, buscando a aceitação da sociedade da conduta pedófila. Primeiro, tirar-se-ia a responsabilidade do sujeito, pois ele, teoricamente, não teria culpa de sentir atração por crianças, e a consequência disto seria a prática ser aceita com o tempo. A ideia de “amor intergeracional” e de que a atração por crianças é algo biológico, e não patológico, é algo que está sendo debatido academicamente?

Cabe aqui frisar que nem sempre o abuso sexual envolve violência física. Sempre que uma parte induz a outra a aceitar ou ao menos não se opor a um ato sexualizado pelo convencimento no qual utiliza seu poder na relação, já se caracteriza um abuso. Outra situação de indução pode ocorrer através da sedução. Faiman (2004) define a sedução como sendo abusiva quando envolve uma interação em que uma pessoa estimula sentimentos e sensações sexuais na outra, que consente com o ato, pois também se encontra sexualmente estimulada, no entanto em um tipo de relacionamento em que “a erotização do vínculo consiste no próprio abuso” (p. 28). Uma mãe que erotiza seu vínculo com o filho, por ex., mesmo que através de um olhar, está sendo abusiva.

Temos que deixar claro que quem defende pedofilia, toques em crianças, são doentes sexuais, pedófilos, perversos psicopatas e devem ser punidos. Não podemos aceitar que essa ARTE QUEER, seja tratada como normal, como aceitável, pois não é. Todos os escritores que tentam suavizar a pedofilia são tão perversos quanto. Temos que endurecer nossas críticas a esses que tentam suavizar justamente para que a sociedade comece a aceitar socialmente a discussão da pedofilia como um direito da criança e do adulto. Notem que cada vez mais, tem acontecido situações que expõe as crianças, e a mídia tem sido conivente com essas exposições, isso tudo acaba contribuindo com a aceitação social da pedofilia. Grupos internacionais de pedófilos tem patrocinado em todo mundo estratégias de promover essa aceitação. Jornalistas, artistas, deputados… eles estão defendendo o indefensável.

Mas a estratégia maior é desconstruir seus opositores, desmoralizar para que estes, percam força. Como no caso do MBL, que tem sido sistematicamente desconstruído para que as denúncias percam força. Não funciona, pois estão mexendo com a inocência das crianças e o Brasil repudiou e repudia, e quanto mais tentarem destruir os defensores da infância e da família mais cresceremos.

Não podemos nos calar diante dessa desconstrução da infância da destruição da inocência das nossas crianças, temos a obrigação como sociedade, profissionais, parlamentares, movimentos de rua ou sociais conscientes, de lutar contra e não banalizar a perversão. Pedofilia não é arte, criança não é brinquedo, criança não é adulto, não somos alienados ou psicopatas sexuais, o mínimo que precisamos saber para não cairmos nessa armadilha é que defender a criança é um ato de sanidade mental, crianças não podem em hipótese alguma serem usada como objeto sexual para satisfazerem adultos em quaisquer situação. Quando um adulto perverso vê uma criança tocando em um homem pelado, ele vai cometer um crime sexual, pois pode desencadernar neste perverso sexual, uma compulsão que só vai cessar quando encontrar mais uma vítima.

Quem defende essa exposição QUEER MUSEU e quem defende peças de teatro com crianças tocando adultos tem que repensar seus valores, pois pode estar sendo um idiota útil, um analfabeto funcional usado para fazer caminha a agenda subversiva, esquerdista da teoria Queer que visa sistematicamente a reorientação sexual da humanidade, tem como objetivo construir uma sexualidade universal ideal sonhada POLOFORMICAMENTE PERVERSA. Não podemos aliviar o discurso, tudo tem limite, a esquerda já ultrapassou todo e qualquer limite. Basta.

 

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29 comentários sobre “Em entrevista exclusiva, psicóloga afirma que existe um movimento para “naturalizar a pedofilia”

  1. Parabens pelas colocações, muito oportuna e corretas. Pensamos que até que esta atrás das grades não aceita esse tipo de gente, quando descobrem que o cara é pedófilo, ele já era, é massacrado pelos seus pseudos pares.

  2. o fato que foi exposto referente ao assunto está correto dentro do ponto de vista comportamental de nossa sociedade. A esquerda tem um plano feroz de degradação da sociedade, este episódio foi apenas mais uma etapa. eles querem nos chocar a todo momento, mesmo que traga repudia por parte da sociedade. Sabe aquele ditado agua mole, pedra dura? eles entendem que nós mesmos chocados com a situação aos poucos iremos nos acostumar com estes tipos de ações até o ponto que mesmo não aprovando não será mais novidade, será normal…… 10 passos de lenin degradar a sociedade!!!

  3. O Professor Olavo de Carvalho, já alertava sobre esse mal a muito tempo. Essa é a estratégia da esquerda, destruir as famílias e tornar aceitável tais barbarias com as nossas crianças, é inadmissível colocar as nossas crianças para participar destes atos ilícitos, os responsáveis devem ser punidos imediatamente. A baixo o texto que o Olavo de Carvalho escreveu em 2002.
    Cem anos de pedofilia
    Olavo de Carvalho

    O Globo, 27 de abril de 2002

    Na Grécia e no Império Romano, o uso de menores para a satisfação sexual de adultos foi um costume tolerado e até prezado. Na China, castrar meninos para vendê-los a ricos pederastas foi um comércio legítimo durante milênios. No mundo islâmico, a rígida moral que ordena as relações entre homens e mulheres foi não raro compensada pela tolerância para com a pedofilia homossexual. Em alguns países isso durou até pelo menos o começo do século XX, fazendo da Argélia, por exemplo, um jardim das delícias para os viajantes depravados (leiam as memórias de André Gide, “Si le grain ne meurt”).
    Por toda parte onde a prática da pedofilia recuou, foi a influência do cristianismo — e praticamente ela só — que libertou as crianças desse jugo temível.
    Mas isso teve um preço. É como se uma corrente subterrânea de ódio e ressentimento atravessasse dois milênios de história, aguardando o momento da vingança. Esse momento chegou.
    O movimento de indução à pedofilia começa quando Sigmund Freud cria uma versão caricaturalmente erotizada dos primeiros anos da vida humana, versão que com a maior facilidade é absorvida pela cultura do século. Desde então a vida familiar surge cada vez mais, no imaginário ocidental, como uma panela-de-pressão de desejos recalcados. No cinema e na literatura, as crianças parecem que nada mais têm a fazer do que espionar a vida sexual de seus pais pelo buraco da fechadura ou entregar-se elas próprias aos mais assombrosos jogos eróticos.
    O potencial politicamente explosivo da idéia é logo aproveitado por Wilhelm Reich, psiquiatra comunista que organiza na Alemanha um movimento pela “libertação sexual da juventude”, depois transferido para os EUA, onde virá a constituir talvez a principal idéia-força das rebeliões de estudantes na década de 60.
    Enquanto isso, o Relatório Kinsey, que hoje sabemos ter sido uma fraude em toda a linha, demole a imagem de respeitabilidade dos pais, mostrando-os às novas gerações como hipócritas sexualmente doentes ou libertinos enrustidos.
    O advento da pílula e da camisinha, que os governos passam a distribuir alegremente nas escolas, soa como o toque de liberação geral do erotismo infanto-juvenil. Desde então a erotização da infância e da adolescência se expande dos círculos acadêmicos e literários para a cultura das classes média e baixa, por meio de uma infinidade de filmes, programas de TV, “grupos de encontro”, cursos de aconselhamento familiar, anúncios, o diabo. A educação sexual nas escolas torna-se uma indução direta de crianças e jovens à prática de tudo o que viram no cinema e na TV.
    Mas até aí a legitimação da pedofilia aparece apenas insinuada, de contrabando no meio de reivindicações gerais que a envolvem como conseqüência implícita.
    Em 1981, no entanto, a “Time” noticia que argumentos pró-pedofilia estão ganhando popularidade entre conselheiros sexuais. Larry Constantine, um terapeuta de família, proclama que as crianças “têm o direito de expressar-se sexualmente, o que significa que podem ter ou não ter contatos sexuais com pessoas mais velhas”. Um dos autores do Relatório Kinsey, Wardell Pomeroy, pontifica que o incesto “pode às vezes ser benéfico”.
    A pretexto de combater a discriminação, representantes do movimento gay são autorizados a ensinar nas escolas infantis os benefícios da prática homossexual. Quem quer que se oponha a eles é estigmatizado, perseguido, demitido. Num livro elogiado por J. Elders, ex-ministro da Saúde dos EUA (surgeon general — aquele mesmo que faz advertências apocalípticas contra os cigarros), a jornalista Judith Levine afirma que os pedófilos são inofensivos e que a relação sexual de um menino com um sacerdote pode ser até uma coisa benéfica. Perigosos mesmo, diz Levine, são os pais, que projetam “seus medos e seu próprio desejo de carne infantil no mítico molestador de crianças”.
    Organizações feministas ajudam a desarmar as crianças contra os pedófilos e armá-las contra a família, divulgando a teoria monstruosa de um psiquiatra argentino segundo a qual pelo menos uma entre cada quatro meninas é estuprada pelo próprio pai.
    A consagração mais alta da pedofilia vem num número de 1998 do “Psychological Bulletin”, órgão da American Psychological Association. A revista afirma que abusos sexuais na infância “não causam dano intenso de maneira pervasiva”, e ainda recomenda que o termo pedofilia, “carregado de conotações negativas”, seja trocado para “intimidade intergeracional”.
    Seria impensável que tão vasta revolução mental, alastrando-se por toda a sociedade, poupasse miraculosamente uma parte especial do público: os padres e seminaristas. No caso destes somou-se à pressão de fora um estímulo especial, bem calculado para agir desde dentro. Num livro recente, “Goodbye, good men”, o repórter americano Michael S. Rose mostra que há três décadas organizações gays dos EUA vêm colocando gente sua nos departamentos de psicologia dos seminários para dificultar a entrada de postulantes vocacionalmente dotados e forçar o ingresso maciço de homossexuais no clero. Nos principais seminários a propaganda do homossexualismo tornou-se ostensiva e estudantes heterossexuais foram forçados por seus superiores a submeter-se a condutas homossexuais.
    Acuados e sabotados, confundidos e induzidos, é fatal mais dia menos dia muitos padres e seminaristas acabem cedendo à geral gandaia infanto-juvenil. E, quando isso acontece, todos os porta-vozes da moderna cultura “liberada”, todo o establishment “progressista”, toda a mídia “avançada”, todas as forças, enfim, que ao longo de cem anos foram despojando as crianças da aura protetora do cristianismo para entregá-las à cobiça de adultos perversos, repentinamente se rejubilam, porque encontraram um inocente sobre o qual lançar suas culpas. Cem anos de cultura pedófila, de repente, estão absolvidos, limpos, resgatados ante o Altíssimo: o único culpado de tudo é… o celibato clerical! A cristandade vai agora pagar por todo o mal que ela os impediu de fazer.
    Não tenham dúvida: a Igreja é acusada e humilhada porque está inocente. Seus detratores a acusam porque são eles próprios os culpados. Nunca a teoria de René Girard, da perseguição ao bode expiatório como expediente para a restauração da unidade ilusória de uma coletividade em crise, encontrou confirmação tão patente, tão óbvia, tão universal e simultânea.
    Quem quer que não perceba isso, neste momento, está divorciado da sua própria consciência. Tem olhos mas não vê, tem ouvidos mas não ouve.
    Mas a própria Igreja, se em vez de denunciar seus atacantes preferir curvar-se ante eles num grotesco ato de contrição, sacrificando pro forma uns quantos padres pedófilos para não ter de enfrentar as forças que os injetaram nela como um vírus, terá feito sua escolha mais desastrosa dos últimos dois milênios.

    OdC

    1. NAO VOU ME ALONGAR,MAS COMO DISSE A PSICÓLOGA DISSE TUDO,E PRA MIM TODAS AQUELAS PESSOAS PRESENTES ESTAVAM SE DELEITANDO DE GOZO PROFUNDO AO VER A MENINA OLHAR E TOCAR O CORPO DAQUELE BANDIDO.DEPOIS ASSISTI UM VÍDEO DA MÃE DELA FAZENDO UMA APRESENTAÇÃO TEATRAL TBM,ELA É COMPLETAMENTE LOUCA DE PEDRA E A RESPONSÁVEL POR TODA ESTA ZONA TODA.

  4. Todo este esforço a favor da aceitação da pedofilia como algo comum em nossa sociedade, tem a ver com aquilo que é aceito no meio de outras crenças que não seja a Cristã.

  5. “Muitos sintomas aparecem ainda na infâncias(…)e novos ao longo da adolescência e vida adulta, tais como drogadição, transtornos alimentares e distúrbios de personalidade(…)”

    Vale lembrar também os distúrbios de sexualidade como homossexualismo, transexualismo etc… Hoje em dia agente acredita que ser homossexual ou travesti acontece nas melhores famílias, quando na verdade o que acontece é o total oposto: pessoas escolhem o homossexualismo/trans pela péssima infância, família desestruturada,etc

  6. Parabéns ao entrevistador e à entrevistada. Perguntas bem-feitas e respostas impecáveis. Concordo com tudo o que foi tratado. Inclusive me dá muito alento quando vejo pessoas bem intencionadas defendendo a família, que vem sendo atacada sistematicamente pela esquerda mundial.

    1. Vitor, me dá muito alento ver pessoas despertas discutindo, defendendo a família, parece que todos seguem em um dono profundo aonde apenas aceitam e não há senso crítico.

  7. PARABENS PELA MATERIA. FUI VITIMA DE UM PEDOFILO DA FAMILIA, E QUE DEIXOU MARCAS PARA O RESTO DA MINHA VIDA. ESTA ESQUERDA NAO SABE O QUE É ESQUERDA. UM BANDO DE DROGADOS, POIS SE FIZESSEM EM CUBA OU COREIA DO NORTE O QUE TEM FEITO AQUI SERIAM TODOS MORTOS

  8. Perfeito!! Vamos compartilhar essa entrevista e precisamos ficar vigilantes contra esses abusos. Essa esquerda pervertida quando não consegue impor suas aberrações, acusa quem não aceita de tentativa de censura.Argumento ridículo que não leva em conta a inteligência das pessoas. O ataque as crianças, a família tradicional e a religião está cada dia mais evidente.

  9. Isso pode virar uma excelente desculpa para alguém que pratica ou praticou atentados violentos contra o pudor. É…e isso é arte de trapassear. E viva a modernidade..

  10. E esta psicóloga ignorante para defender os abusos contra a criança precisa ofender toda a esquerda? E a globo com seus programas que sensualisam crianças e expõe conteúdo sexual pesado para todas as crianças do Brasil assistirem?

    1. Concordo. As pessoas não sabem debater sem generalizar e ofender. É uma pobreza intelectual desanimadora. Eu acho um absurdo o que aconteceu (Queer e MAM), mas ainda não encontrei um argumento decente, que não ofenda que não fique atrelado apenas à religião. É lamentável!

  11. O problema de tudo isso são as novelas da Globo. As novelas globais estão triturando o cérebro da população com esses temas. A Globo sabe como manipular mentes fracas. Através da insistência em mostrar temas até então consideradas “tabus” como naturais, como normais, por longos períodos, faz com que as mentes fracas, sem instruções, sem base sólida, sem estrutura, com o tempo, aceitem tudo o que antes era repugnante. Também tem a insistência em enfiar nas mentes fracas que vivemos no “século 21”, nova era, e que a sociedade mudou, que vivemos num tempo moderno, novas culturas, e, como as mentes fracas seguem “modas”, ou seja, não possuem personalidade própria, vivem a personalidade dos outros, são facilmente “moldadas” e convencidas que devem viver de acordo com os padrões da sociedade moderna, para não serem rejeitados.
    Resumindo, essas pessoas transformaram-se em verdadeiros ZUMBIS!
    E, pior que não percebem.

  12. Acho o assunto super sério e concordo com a visão do jornal livre e da psicóloga (embora o termo ‘psicopata’ já não seja aceito no meio), mas a entrevista toda foi tendenciosa… Fica claro a opinião do entrevistador. Achei amador. Perdeu a credibilidade e ainda abre portas para críticas.

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