Elite artística pró-PT protesta contra alteração na Rouanet proposta por Sérgio Sá Leitão

Leia o que foi informado pelo Blog do Noblat:

Em uma semana em que os debates sobre os limites da arte se tornaram mais acalorados e saíram da esfera dos museus para a política, o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, atirou mais lenha à fogueira. Conforme adiantou nesta quinta-feira a coluna de Ancelmo Gois, no GLOBO, o ministro incluiu um artigo na minuta da regulamentação da Lei Rouanet que veta a apresentação de propostas que “vilipendiem a fé religiosa, promovam a sexualização precoce de crianças e adolescentes ou façam apologia a crimes ou atividades criminosas”. Para representantes de diferentes áreas do setor, a inclusão do artigo na lei abre um perigoso precedente para a censura.

Chamar isso de censura é que é uma piada das boas. A proposta do MinC é limitada ao escopo da Lei Rouanet, portanto tem a ver com o financiamento público da arte – que por si só nem deveria existir. Não há proibição ao conteúdo, nem mesmo há censura. O que há é bom senso no sentido de impedir que obras que incitem a pedofilia sejam financiadas com dinheiro do pagador de impostos.

É até irônico que chamem de censura, uma vez que em sua maioria os usuários da Rouanet são defensores de regimes totalitários onde não se pode nem mesmo usar internet.

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2 comentários sobre “Elite artística pró-PT protesta contra alteração na Rouanet proposta por Sérgio Sá Leitão

  1. Recuperamo-nos aqui no Brasil: Mas não se tem saúde política se não se começar pelo
    indivíduo consigo mesmo e o Estado pela educação robusta e autônoma.
    Por um bom tempo o nosso problema foi exatamente o sufocante autoritarismo do PT.
    Mas em 2016 tivemos um enorme alívio. Nos libertamos da adstringente ideologia petista devido aos criativos movimentos de rua no ano passado. O MBL teve o seu papel empírico, em 2016!
    MBL [Movimento Brasil Livre]
    faz jus ao nome dessa sigla, sem dúvida.
    A diminuição do poder vigarista do PT com
    a saída de Dilma, em 2016, foi fortemente
    permitido devido ao MBL.
    Empírico, corajoso e pragmatista,
    o Arthur do “Mamãe Falei” ajudou muito
    a desconstruir o discurso ideológico
    do PT através do método socrático.
    Pelo menos MBL e o Arthur lutam contra
    o lixaço da doutrina petista (conhecida como petismo),
    lutam contra o brega, o barangismo petista,
    o mau gosto, o barangão do sertanejo universitário
    do petismo [inventado na Era Dilma-Lula],
    o cafona e lutaram contra o autoritarismo
    sufocante do PT e o Kitsch.
    «No reino do kitsch se pratica a
    ditadura do coração.» Milan K.

  2. Só gostaria de saber o porque do Rock in Rio, nesta edição de 2017, não utilizou recursos da Lei Rouanet, como em 2013 e 2015. Claro, agora a população está de olho nos roubos. Falta agora acabar com os benefício governamentais para o Carnaval. Cadê os incentivos culoturais para a festa de Parintins?

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