Trans que motivou campanha #somostodosVeronica é presa após tentar matar moradora de rua e colapsa narrativa esquerdista

Leia o que foi informado pelo portal G1:

A transexual Verônica Bolina, de 28 anos, foi presa suspeita de tentar matar uma moradora de rua na Liberdade, bairro no Centro de São Paulo, no domingo (1º), informou a polícia nesta quarta (4). Conhecida por ter sido espancada após morder e arrancar parte da orelha de um carcereiro em 2015, ela foi levada ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pinheiros, na Zona Oeste da capital. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), Verônica golpeou a cabeça da vítima com uma garrafa. A moradora de rua gritou por socorro e pessoas que estavam perto chamaram a Polícia Militar. A mulher foi achada desmaiada, com ferimentos na cabeça e aparente hemorragia. Ela foi levada ao Hospital São Paulo, onde foi internada. O G1 não conseguiu descobrir o estado de saúde dela.

Verônica ficou conhecida em 2015, após ter sido presa por outro crime – tentou matar uma idosa – quando acabou sendo supostamente espancada por carcereiros depois que mordeu e arrancou a orelha de um deles.

Na ocasião, por ser uma transexual, esquerdistas lançaram a campanha #SomosTodosVerônica, alegando que ela foi espancada apenas por ser trans. Porém, agora que ela tentou matar uma moradora de rua, a narrativa esquerdista colapsou. Se eles são mesmo todos Verônica então mais gente precisa ir para a cadeia.

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Um comentário sobre “Trans que motivou campanha #somostodosVeronica é presa após tentar matar moradora de rua e colapsa narrativa esquerdista

  1. 1) Esquerdista extremista só participa de causas que tragam ganho midiático, de preferência as que contenham uma alta carga de vitimismo e coitadismo.
    No caso relatado, fica difícil defender o ser agressor, cujos advogados militantes alegarão direito à autodefesa, preconceito racial, versão mentirosa dos policiais militares ou coisas do tipo.
    Se quiser a ajuda dos esquerdistas, a Verô poderia chamar o Super Suplicy, o protetor dos fracos e oprimidos, que precisa aparecer mais se quiser ser eleito senador ou deputado federal em 2018.
    2) Alguns sujeitos viris e “armários ambulantes” podem passar pela lanternagem (reforma da lataria), funilaria e pintura, mas jamais conseguirão esconder o cromossomo Y.
    A mãozona de macho alfa e o vozeirão de barítono reaparecem na hora da porrada e do “mano a mano”.

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