Estadão cria fake news para fingir que menina tocando homem nu estava satisfeita

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Um verdadeiro vexame a reportagem no Estadão sobre uma criança tocando um homem nu numa exposição de arte. Se você tem estômago aqui está o link para a filmagem. Agora vejam o que diz a matéria do Estadão: “A criança parece mostrar curiosidade enquanto engatinha pelo tatame, vendo uma mulher adulta tocar os pés do artista.

Um verdadeiro vexame a reportagem no Estadão sobre uma criança tocando um homem nu numa exposição de arte. Se você tem estômago aqui está o link para a filmagem.

Agora vejam o que diz a matéria do Estadão:

“A criança parece mostrar curiosidade enquanto engatinha pelo tatame, vendo uma mulher adulta tocar os pés do artista. A mulher a incentiva a participar, a menina ri, toca rapidamente os dedos dos pés dele, e volta à plateia diante de sorrisos do público”.

1) só o Estadão que viu a menina rindo, eu vi uma criança querendo sair dali.

2) O repórter se esqueceu de dizer que: a) a criança tocou primeiro a mão do homem, e depois tentou ir embora. Foi então que a mulher chamou a criança de volta para tocar os pés do homem nu. É nítido o constrangimento da criança.

3) O público que sorriu disso é doente. Uma pessoa normal teria tirado a criança dali.

4) Digno de nota é o título da matéria que está presente em vários jornais…. “Interação de criança com artista nu em museu de São Paulo gera polêmica.”

5) Quando um jornal faz ginástica na sua manchete, e mente em seu texto, é porque está querendo tornar uma mentira mais palatável. É isso que a matéria do Estadão faz.

Arte hoje se reduziu a isso: a vontade de chocar. Infelizmente os “artistas” contemporâneos esqueceram que a arte é transcendência, reflexão, beleza. Sou contra a censura, se malucos querem defecar e chamar aquilo de arte não tenho problemas com isso (aliás, já fizeram isso). Contudo, é fundamental que tais manifestações artísticas que pretendem chocar sejam feitas 1. para uma plateia de pessoas capazes (isto é, não pode ser permitido fazer determinadas performances para crianças); 2. pagas com dinheiro privado (e não com desonerações dos cofres públicos); e 3. em espaços fechados.

Por fim uma pergunta: qual dessas performances será imortalizada? Qual delas será lembrada em 100 anos? No fundo, nenhuma dessas performances foi feita para a imortalidade, seguem apenas uma pauta política.

O texto é do Instituto Liberal.

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