Carta Capital chama o repúdio social à pedofilia de “censura”. Como lidar com tamanha perversão?

A revista petista Carta Capital publicou uma matéria na qual afirma que o repúdio social à pedofilia é, de algum modo, censura. Mais do que isso, a matéria sugere, ainda, que um ato escancarado de pedofilia é algum tipo de “liberdade”, como se uma criança de 10 anos naturalmente optasse por tocar as genitálias de um desconhecido na frente de um monte de gente.

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Até esses dias estes mesmos esquerdistas estavam atacando a “sexualização” das crianças e das mulheres, lutando contra comerciais de cerveja que mostrassem mulheres de biquíni – mesmo adultas – e atacando violentamente o uso de mulheres em exposição sexual. Agora, como faz parte da agenda, querem nos fazer engolir a pedofilia como se fosse algo natural, como se não houvesse nada de errado em um grupo de pessoas que age com normalidade diante de um homem nu sendo tocado por meninas em meio a um monte de pessoas, inclusive tirando fotos e fazendo vídeos.

Não, Carta Capital. Não se trata de censura! A nossa sociedade viveu muito tempo lutando contra o abuso infantil. Levamos muito tempo para acabar com os casamentos arranjados entre meninas e marmanjos, lutamos pelo fim do cerceamento de liberdade das mulheres. Se querem meninas como escravas sexuais de homens velhos talvez o lugar apropriado seja algum país mais radical do oriente médio. Lá esse tipo de coisa é vista com normalidade, aqui não é e esperamos que nunca seja.

Se lutar contra a pedofilia é um ato de censura, então teremos de aceitar o rótulo de censores. Há de se censurar mesmo a pedofilia tanto quanto o assassinato.

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3 comentários sobre “Carta Capital chama o repúdio social à pedofilia de “censura”. Como lidar com tamanha perversão?

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