Gustavo Franco fala da importância de lutar contra a atitude do MPT do RN que quer tirar empregos do povo

O economista Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central, é mais um a endossar a tese de que o Ministério Público do Trabalho defende o atraso e o desemprego.

Ele fala do caso da procuradora Ileana Mousinho, de Natal, que está movendo ação contra a Riachuelo por conta de supostos trabalhos terceirizados na fábrica do grupo Guararapes. A procuradora quer uma multa de R$ 37 milhões, o que equivale a 10% do faturamento anual da empresa, e o que também a obrigaria a fechar as portas e gerar mais de 4 mil desempregados.

Na semana passada os próprios empregados da fábrica se organizaram para protestar contra a procuradora em frente ao prédio do MPT, em Natal.

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