Artur Rodrigues, jornalista de extrema esquerda, mostra desonestidade intelectual ao tentar atacar MBL em matéria para a Folha

Artur Rodrigues, um jornalista de extrema esquerda que escreve para a Folha de São Paulo, fez nesta segunda-feira, 25, uma matéria porca e imunda tentando atacar o Movimento Brasil Livre.

Vejamos por partes:

A gestão João Doria (PSDB) contratou um integrante do MBL (Movimento Brasil Livre) que ajudou a apagar uma pichação feita por manifestantes na casa do prefeito, nos Jardins (zona oeste de SP).

O “jornalista” inicia o texto tentando fazer algum tipo de ligação entre a contratação do integrante do Movimento com a ação de combate à pichação que foi promovida pelo MBL-SP, que consistiu em ajudar a apagar a sujeira feita por militantes de extrema esquerda na casa do prefeito João Doria em julho deste ano.

O gesto mostra o fortalecimento do MBL na gestão, no momento em que Doria busca se firmar como candidato à Presidência. Formado por jovens liberais, o grupo é impulsionador da imagem do prefeito nas redes sociais.

Para o cérebro de minhoca de Artur, a contratação de um jovem competente e habilitado para exercer a função que ocupará, seria uma “evidência” do “fortalecimento do MBL na gestão”. Ele não está totalmente errado.

De fato, é bem mais interessante para a gestão da prefeitura que seus servidores sejam, além de gabaritados para o cargo, comprometidos com ideias republicanos e com o desenvolvimento da cidade, e se os escolhidos forem participantes do MBL a garantia de que o trabalho será bem feito e satisfatório é bem maior.

Cauê trabalhou como assessor parlamentar de Fernando Holiday e hoje está atuando na prefeitura regional de Pinheiros, comandada por um membro do MBL, o prefeito regional Paulo Mathias. Após essa informação, parece piada o trecho a seguir:

Tanto o rapaz quanto a prefeitura regional de Pinheiros negam relação entre o contrato e com a pintura do muro. Ele diz que conhecia o prefeito regional de Pinheiros, Paulo Mathias, desde a campanha eleitoral de 2016.

No Executivo, Del Valle passou a receber um salário menor que no Legislativo, segundo dados do site da transparência. O valor bruto sai de R$ 5.000 para R$ 3.600.

O mais engraçado é que o próprio texto mequetrefe de Artur deixa evidente que a mudança de trabalho não trouxe benefícios em aumento de salário. O próximo parágrafo responde o interesse do jovem em mudar de emprego:

Del Valle diz, por e-mail, que o que pesou foi a oportunidade de trabalhar no poder Executivo. Graduando em publicidade, ele atua agora em questões relacionadas à agenda do gabinete.

O rapaz diz não ver contradição entre a ocupação de cargo público e a crítica que o movimento faz sobre o loteamento político. “[A ocupação] só reitera e fortifica nossos ideais dentro do poder público e abre ainda mais campo para o que defendemos: uma máquina pública enxuta, austera e eficiente.”

Ao fim do subtexto, o “jornalista” ainda tenta impor a narrativa cansada de que o MBL é “tropa de choque de Doria nas redes sociais”, mesmo com todas as críticas feitas ao prefeito diariamente pelo Movimento. Ele também defende os jornalistas produtores de fake news, como ele, que são desmascarados com frequência.

Um dos articuladores dos protestos pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), o MBL faz as vezes de tropa de choque de Doria nas redes sociais. Com frequência, sites ligados ao movimento tentam desqualificar jornalistas que fazem matérias críticas ao tucano, geralmente acusando-os de serem militantes de extrema esquerda.

É natural que após serem expostos os produtores de fake news, como é o caso de Artur Rodrigues, acabem sendo desqualificados por terem suas desonestidades intelectuais escancaradas.

Em seu perfil no Linkedin está escrito o seguinte:

Resumo

Repórter no caderno Cotidiano, especialista na cobertura de administração pública, transparência, corrupção e criminalidade.

Para um especialista na cobertura de administração pública, sua matéria não foi tão transparente assim.

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2 comentários sobre “Artur Rodrigues, jornalista de extrema esquerda, mostra desonestidade intelectual ao tentar atacar MBL em matéria para a Folha

  1. Infelizmente é comum este tipo de atitude por parte da mídia, mas oque também é notório analisando ambas as partes, é importante que um movimento popular se afaste do poder publico, ou seja, não fazer parte da administração.
    Esta é minha opinião referente aos movimentos populares, pois sempre que possível, jornalistas tendenciosos poderão insinuar isto ou aquilo.

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