Libertários brasileiros e venezuelanos se unem contra a extrema-esquerda e o Foro de São Paulo

Líderes de organizações políticas libertárias dos países afetados por Chavez e Lula apresentam alternativa conjunta contra a extrema esquerda.

Os Movimentos Libertad (MRL) da Venezuela e MBL concordaram em unir esforços para lutar contra a propagação do comunismo na América Latina, que teria metástase depois que Hugo Chávez e Lula chegaram ao poder com a instalação do Fórum de São Paulo, projeto estabelecido em cumplicidade com o ditador cubano, Fidel Castro, para a destruição da região através de seu projeto de poder.

De acordo com Roderick Navarro, coordenador nacional do Rumbo Libertad, o discurso usado pelos líderes da extrema esquerda atrairia a tristeza, o ressentimento e a vitimização das classes sociais com a intenção de chegar ao poder e assim enriquecerem-se, em vez de trabalhar “como fazem pessoas decentes”. Além disso, a libertação política e econômica do país para se mover para um sistema que proporciona qualidade de vida aos venezuelanos seria o ideal.

Kim Kataguiri, coordenador nacional do MBL, ofereceu toda a cooperação de sua organização no Brasil para que seu país tentasse aplicar sanções que servissem a exercer pressão sobre o regime venezuelano, no entanto, critica a política externa do governo de Michel Temer por não manter uma posição concreta contra o que acontece na Venezuela e considera que as ações do Palácio de Planalto não são suficientes para alcançar a queda do regime narco-terrorista.

As informações são do site venezuelano Rumbo Libertad.

 

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