“Queermuseu”, “Acredito” e outros casos. Como a extrema esquerda quer nos impor sua agenda de gênero a qualquer custo…

por Roger Scar

Há bastante tempo já fui um marxista. Estive diretamente envolvido com a Esquerda Marxista, na época uma corrente interna do PT, hoje no PSOL, e tive o desprazer de conhecer muita gente que, no fim das contas, serviu para o meu entendimento real de como isso tudo funciona.

Naquela época, ao menos internamente, não havia toda essa disposição esquerdista de hoje para promover a agenda de gênero. Na realidade, das pessoas que conheci no grupo, a maioria fazia até comentários preconceituosos contra homossexuais em geral. Ainda mais internamente, era comum ouvir comentários realmente misóginos. Certa feita, em uma pequena reunião, um dos membros disse claramente que não confiava em uma mulher para gerenciar o grupo.

De lá para cá, muita coisa mudou e tudo muito rapidamente. A percepção de que a extrema-esquerda sempre defendeu a mesma agenda é equivocada, embora haja registros antigos desta pauta em debate. O fato é que a agenda de gênero ganhou proporção inimaginável nos últimos anos, isso tudo principalmente em virtude do apoio midiático dado a ela.

Para antagonizar com sujeitos mais “carolas” como o deputado Jair Bolsonaro ou o pastor e também deputado Marco Feliciano, e também para vender a ideia de que toda a direita é homofóbica, a esquerda radical percebeu que poderia usar esta bandeira a seu favor. O pior é que fazem isso enquanto apoiam claramente figuras como Che Guevara ou Fidel Castro, conhecidos não só pela violência mas também pela extrema intolerância contra homossexuais. No caso de Che há também o racismo.

Já noticiamos por aqui a respeito do movimento Acredito, financiado pelo bilionário Jorge Paulo Lemann. No caso, citamos o esforço para seguir a agenda de gênero, que quer impor não só para adultos, mas também para crianças, um padrão de raciocínio patético que contraria a biologia e os preceitos mais básicos da vida em sociedade.

A “Teoria” Queer, que não é uma teoria científica, mas uma ideologia – daí o termo Ideologia de Gênero, é simplesmente a pequena parte de uma agenda que visa a conquista do poder. Para isso, esquerdistas estão dispostos a fingir que se importam com a comunidade LGBT ao mesmo tempo em que apoiam abertamente as ditaduras teocráticas do islã, conhecidas por jogar gays de cima de prédios como punição legítima (e permitida por lei em diversos países muçulmanos). Da mesma forma, fingem se importar com a liberdade das mulheres, mas não dão nem mesmo um pio diante das atrocidades cometidas contra elas nestas teocracias, que proíbem os direitos mais básicos da cidadania para mulheres e permitem que maridos apedrejem esposas por adultério.

Há também um projeto de lei, em tramitação na Câmara, que visa excluir a apologia ao crime em casos de “manifestação artística”. O Projeto de Lei 3291/29015, de autoria do deputado João Carlos Bacelar (PODEMOS) visa excluir a apologia ao crime em casos de “manifestação artística”. Curiosamente, o PL tem como seu relator o deputado federal Jean Wyllys, do PSOL. Para mais detalhes, veja nossa matéria a respeito.

O caso da exposição Queermuseu, na realidade, foi um mero acaso. Ela já estava em andamento desde agosto e acabou virando assunto nos últimos dias, justamente após denúncias feitas por populares. Embora alguns grupos como MBL tenham protagonizado a discussão, a verdade é que esta agenda desagrada completamente a esmagadora maioria das pessoas.

Qualquer pessoa minimamente sensata e adulta sabe que sexualidade, embora possa ser abordada também com crianças dentro de certos limites, não é uma tema apropriado para elas. Há estudos que comprovam isso. Uma criança dificilmente tem discernimento sobre o certo e o errado ou mesmo entende o que sente. Mesmo assim, esquerdista querem a qualquer custo colocar em prática esta agenda dentro das escolas.

Há alguns anos, por exemplo, houve a polêmica envolvendo o Kit Gay. Tratava-se de um projeto para colocar a cartilha queer nas escolas, visando lobotomizar as crianças com um monte de baboseiras sexuais de uma teoria furada e sem fundamento, mas que era tratada por eles como um estudo sério. Tudo isso, é claro, sob o pretexto da “luta pela diversidade”, sendo que não há nada menos diversificado do que um país socialista no qual só há os líderes e o povo miserável e esfomeado.

Contudo, estes grupos encontram forte apoio midiático, além de financiamentos bilionários para suas agendas. É por isso que quem se manifestou contra a exposição do Santander virou alvo direto da imprensa.

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Alexandre Borges possivelmente tem razão em desconfiar. Há, aparentemente, um movimento coordenado entre ricaços do mundo dos negócios e da imprensa mainstream no sentido de destruir o MBL. Fazem isso porque obviamente não podem destruir 200 milhões de brasileiros que os sustentam, por isso é mais fácil atacar o movimento que protagonizou a briga.

Hoje o MBL é o maior movimento político anti-esquerda organizado no país. Com representantes em quase todos os estados e em centenas de cidades, com vereadores e até prefeitos ou aliados eleitos em cargos públicos, com atividades em diversos setores, o grupo é uma pedra no sapato de quem apoia essa agenda. A página do MBL no Facebook é uma das maiores do país dentre grupos políticos.

Assim como o Jornalivre, o Alexandre Borges ou outras figuras públicas como Rodrigo Constantino e até mesmo o auto exilado Olavo de Carvalho, o MBL é um dos grandes medalhões da direita no Brasil, e é também forte crítico da grande mídia que se alia a grupos extremistas de esquerda.

A conclusão que se pode tirar disso é que há, de fato, um movimento coordenado entre partidos, imprensa e grupos políticos, todos eles financiados por gente poderosa como Lemann ou o bilionário George Soros, para impor a agenda de gênero em nossa sociedade. Esta bandeira emprestada dos esquerdistas europeus e americanos chegou aqui tardiamente, mas está mais forte do que nunca nos dias de hoje.

O fato é que esquerdistas não dão a mínima para a comunidade LGBT. Eles a usam para suas finalidades políticas. Se um homossexual se manifesta contra os interesses políticos deles, logo se torna persona non grata e vira alvo dos mais sórdidos ataques, exatamente como acontecia com o falecido deputado Clodovil, que se posicionava à direita.

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Um comentário sobre ““Queermuseu”, “Acredito” e outros casos. Como a extrema esquerda quer nos impor sua agenda de gênero a qualquer custo…

  1. “A “Teoria” Queer, que não é uma teoria científica, mas uma ideologia…”
    Roger, você sabe ou ouviu falar do gene SRY? ele sozinho pode bagunçar muito para você que acredita que só existam dois gêneros.

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