Estadão compara arte erótica com uma exposição pornográfica e zoófila voltada ao público infantil

O Estadão escreveu, na última terça, um grande artigo no qual compara obras de arte de cunho erótico com a exposição Queermuseu. No texto, cuja finalidade é desinformar o leitor e classificar boicote popular como uma forma de censura, o jornal ignorou propositadamente a real motivação das pessoas que se viram consternadas com a situação promovida pelo Santander Cultural.

Veja, primeiro, um trecho do artigo:

Aqui mesmo em São Paulo, no Masp, temos uma exposição retrospectiva de desenhos e pinturas de Pedro Correia de Araújo, ativo nos anos 1920 e 1930, em que a curadoria, talvez antevendo reações de movimentos como o MBL (Movimento Brasil Livre) – que precipitou o encerramento de Queermuseu–, cobriu com uma pequena cortina preta as cenas eróticas desenhadas pelo pernambucano. Para ver, o espectador deve levantá-la. É o mesmo caso de Hokusai e Varejão: devem os museus expurgar o conteúdo erótico de suas instalações? Deve o mesmo Masp fechar as portas da retrospectiva de Toulouse-Lautrec por exibir obras de sexo explícito entre mulheres? 

A verdade é que uma coisa não tem nada a ver com a outra.

O que revoltou tanta gente no caso da exposição Queermuseu não foi simplesmente o seu conteúdo questionável e erótico. Nem mesmo o fato de algumas obras fazerem apologia à pedofilia e até zoofilia. Um dos principais motivos de tanto incômodo foi o fato de que tal evento tinha como público alvo as crianças em idade escolar, como o Jornalivre mostrou e mostrará novamente abaixo.

f077b75d-524f-4cd9-a343-c3c14723bafeEste é o print screen do edital do projeto, tirado do site do Ministério da Cultura.

Além de ser um evento que faz apologia a diversas formas de crime, e além de ser voltado para crianças, há ainda o fator determinante de que tudo isso foi financiado com a Lei Rouanet. Ou seja, dinheiro público foi usado para fornecer um material deste tipo para os filhos de pessoas que não foram sequer consultadas se aprovavam isso ou não. Ademais, trata-se de crianças, que são pessoas ainda sem discernimento pleno e com parcial incapacidade de assimilação de conceitos comportamentais e morais.

É claro que se tal evento tivesse sido promovido com dinheiro privado, em um local adequado e espaço pensado para adultos, e se tudo isso tivesse sido realizado sem envolver crianças, talvez passasse até despercebido pela maioria das pessoas. Certamente, nestas condições a mostra Queermuseu jamais teria chamado tanta atenção.

O que acontece é que fizeram o evento desta forma – envolvendo crianças – porque querem a qualquer custo impor a agenda de gênero. Estão tentando fazer isso por meio das escolas, da televisão, dos livros, etc.

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3 comentários sobre “Estadão compara arte erótica com uma exposição pornográfica e zoófila voltada ao público infantil

  1. Mesmo que fosse em lugar fechado só para adultos ainda seria crime: apologia à pedofilia e zoofilia.

    Exemplo: um roubo cometido em lugar fechado somente com adultos ainda é o que é: um roubo.

  2. Pura promiscuidade. ´´Sei que existe gente de todos os tipos. Cafajeste, tarados, e agora feministas. que até agora não sei bem o que querem. Mas o lamentável de tudo isso é o Jornal , O Estado e revista veja compactuarem com esse tipo de soics. Mexeu com as crianças, mexe muito com a família. E.T. Distorcem totalmente os fato. É uma vergonha.

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