Grupo de esquerdistas quer o fim do dia dos pais para “maior inclusão social”

Um grupo de extrema-esquerda tem avançado na Austrália com a proposta de acabar com o Dia dos Pais substituindo-o pelo Dia das Pessoas Especiais.

De acordo com Miriam Giugni, líder do Grupo Ativista de Justiça Social na Primeira Infância que divulga a ideia e convence escolas “politicamente corretas” a adotá-la, é necessário “mudar a linguagem que cerca dias emotivos e importantes para deixá-los mais inclusivos”.

Para Miriam, “temos toda uma gama de famílias sem pais (…) como famílias lésbicas” que seriam representadas pelo novo Dia das Pessoas Especiais se o Dia dos Pais fosse extinto.

A proposta foi criticada pelo líder do Partido Liberal da Austrália, David Elliott: “É inacreditável que alguém se diga ‘iluminado’ enquanto apoia uma porcaria de ideia como essa. (…) As pessoas celebram o Dia dos Pais mesmo depois que os seus pais e avôs se foram. Para muitos, é uma data de celebração e recordação”.

Com informações do Instituto Liberal de São Paulo.

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