Juízes ficam bravinhos após críticas ao magistrado que soltou homem que ejaculou em moça no ônibus

Informa o Estadão:

Os juízes de São Paulo saíram em defesa, nesta sexta-feira, 1, do colega José Eugênio do Amaral Souza Neto, que na quarta, 30, soltou o homem que ejaculou em uma moça dentro de um ônibus. Em nota oficial, a Associação Paulista de Magistrados, influente entidade da toga, condenou o que classificou de ‘ataques (a José Eugênio) de maneira vil e covarde na imprensa e em redes sociais’.

Na cabeça de certos juízes o ato de libertar um homem que é conhecido por abuso sexual após ele ser pego em flagrante de seu ato é razoável. Pior, o homem em questão já tinha passagens anteriores pela polícia por cometer exatamente o mesmo crime. No entanto, criticar um juiz que ignora as leis de tal forma é totalmente inaceitável.

Alguns juristas têm o rei na barriga.

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6 comentários sobre “Juízes ficam bravinhos após críticas ao magistrado que soltou homem que ejaculou em moça no ônibus

  1. 1) O elemento citado Diego Ferreira de Novaes é um tarado serial. Basta aproximar-se de uma mulher para que sua mangueira expila a gororoba líquida na vítima.
    É um crime ofensivo e risco à saúde pública, cujo perpetrador merece o confinamento com colegas que entendem como frear de forma educada e civilizada o comportamento de tarados.
    A próxima etapa criminosa de um tarado e expelidor serial é o estupro; a seguir, o assassinato da vítima.
    Caso a tragédia ocorra, sabe-se qual juiz será o principal cúmplice do crime: excelentíssimo doutor José Eugênio do Amaral Souza Neto.
    2) Na Associação Paulista de Magistrados devem haver mulheres juízas. Talvez elas possam contratar o “serial sperm” como guarda-costas delas ou de suas filhas, se defendem que o meliante possa ficar livre e solto, sem receber punição ou tratamento psiquiátrico.
    3) Esse tarado tem uma cara inconfundível e sua foto ainda está no site da “Folha de São Paulo” – até que o mesmo juiz humanista impeça o jornal de mostrá-la.
    As mulheres deveriam colocar a foto do bestalhão em seus respectivos smartphones, e fazer o maior escândalo dentro do ônibus, metrô ou trem, quando ele tentar aproximar-se.

  2. Sugiro aos ilustríssimos magistrados que cedam seus pescoços, caras ou quem sabe uma parte mais íntima e aconchegante ao coitadinho do tarado ou, ainda, quem sabe, talvez, as suas familiares femininas para saberem como as coisas são na real.

  3. Realmente é sabido e consabido que alguns juízes sofrem de uma doença de certa prepotência deveras conhecida nos corredores forenses como “juizite”, o que os torna verdadeiros deuses na arte de julgar, tornando-se, com as exceções de praxe, muito superiores aos seres humanos comuns, e intocáveis quando vestidos na toga sagrada, que os colocam num patamar muito superior as demais pessoas, que as vezes carecem, através seus patronos, de maiores informações sobre o andamento de determinada ação e algumas não conseguem pela dificuldade de se ter acesso a um determinado juiz. Felizmente já existem sinais claros de cura dessa doença.

  4. O judiciário brasileiro está realmente doente. Mais um pouco e entrará em coma irreversível. Parte deste judiciário, o cérebro já parou de funcionar. Isto é lamentável para o povo como um todo, pois o ESTADO de DIREITO já é um cadáver ambulante, prestes à ser enterrado com a nossa frágil democracia.

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