Aliança de Serra com Lindbergh mostra que PSDB deve ser deixado pra trás

Serra se aliou a Lindbergh para barrar a MP que pretendia dificultar o acesso ao Bolsa Empresário. O BNDES é o banco usado para financiar projetos e empresas de grande porte, em geral aqueles empresários mais chegados ao governo, como foi o caso de Eike Batista ou Joesley.

O PSDB, aliás, é um partido historicamente confuso. Em dados momentos foram ferrenhos opositores do petismo, em outros se tornaram tão iguais ou até piores do que eles. FHC, por exemplo, é amigo de Lula e eles quase fundaram o partido juntos. Delcídio Amaral, petista, é ex tucano. Aécio Neves apoiou o petista Pimentel, hoje governador em Minas Gerais. E a coisa não para por aí.

Aparentemente essa postura frouxa e complacente com os inimigos é mesmo histórica e chegou ao seu limite. Está mais do que na hora deixar o PSDB para trás, como uma mera mancha na história.

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7 comentários sobre “Aliança de Serra com Lindbergh mostra que PSDB deve ser deixado pra trás

  1. Radicalismo não leva a nada. O PSDB é um partido social democrata. Ele entende a importância fundamental do livre mercado e da livre iniciativa, mas sente também que o Estado pode cumprir um papel de promoção social.
    Os maiores sábios de todos os tempos têm ressaltado o valor do meio-termo, o caminho do meio. Já a divisão tem a ver com esquizofrenia (dissociação neurótica, tão tícia da direita moralista e hipócrita) ou paranóia (delírios persecutórios, mais típica nos totalitários socialistas).
    Se quiser me xingar de isentão, estou em paz. Você é que não sabe olhar para dentro de sí e enxergar o próprio radicalismo.

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