Lula admite que sempre mentiu em campanha: “eu dizia que governava para todo mundo”

Durante evento em Feira de Santana (BA), neste sábado, Lula fez a sua tradicional narrativa de que seria contra “a elite”.

Ao lado do governador da Bahia Rui Costa (PT) e da presidente nacional do PT, Gleisi Hoffman, ele disse que, quando governou o país (entre 2003 e 2010) usava um discurso mais universal ao povo, mas que no fundo sempre teve uma predileção por um lado: “Quando era presidente eu dizia que governava para todo mundo, mas sempre souberam que tenho minha preferência”, afirmou.

Ele tentou criar a narrativa de que enquanto dizia que “governava para todos”, tinha “preferência pelos pobres”.

Mas foi no governo do PT que, por exemplo, o bolsa empresário tenha alcançado a estratosfera.

Casos vergonhosos como o abastecimento de empresas como JBS, Odebrecht e OAS com verbas estatais se tornaram recordes mundiais nos governos petistas.

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Um comentário sobre “Lula admite que sempre mentiu em campanha: “eu dizia que governava para todo mundo”

  1. Todos os pronunciamentos de Lula são marcados, invariavelmente, por uma posição demagógica rasteira em que muito embora desfrute de condição econômico financeira privilegiada juntamente com os filhos, que difere frontalmente da caótica situação por que padece mais de 30 milhões do povo brasileiro, e outros tantos relegados a extrema pobreza, a par dos 13 milhões de desempregados herdados da era petista, afora o esquema de corrupção que assaltou os cofres públicos jamais vista na historia do Brasil e quiça do mundo. Assim, para não ficar repetitivo e enfadonho, utilizando o mesmo clichê nos seus repetitivos pronunciamentos, até mesmo perante sua própria plateia mantida a custa de mortadela e outros expedientes escusos, caberia mudar de refrão, detendo-se, para tanto, em alguma solução ao menso de natureza patriótica, que possa tirar o pais do lamaçal em que ajudou a atolar com a conivência do seu partido, que prega como principio básico de sua politica desastrosa o de “quanto pior melhor”, embora, logicamente, desastrosa para que se possa sair do caótica momento em que atravessa a nação.

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