Constituinte do ditador Maduro assume poderes do Congresso e país pode entrar logo em guerra civil

A Assembleia Constituinte fraudada por Nicolás Maduro na Venezuela anunciou nesta sexta-feira que irá assumir as competências legislativas do Congresso. A Assembléia Nacional é de maioria opositora ao ditador, enquanto a nova foi escolhida por ele mesmo. O órgão fraudado decidiu “assumir as competências para legislar sobre as matérias dirigidas diretamente a garantir a preservação da paz, da soberania, do sistema sócio-econômico e financeiro, os bens do Estado e a preeminência dos direitos dos venezuelanos”, segundo declarado em decreto oficial. O país está a um passo de uma guerra civil.

 

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2 comentários sobre “Constituinte do ditador Maduro assume poderes do Congresso e país pode entrar logo em guerra civil

  1. 1) Se a Resistência Venezuelana não tiver acesso a armamentos de combate, munições, explosivos e táticas militares, dificilmente ocorrerá na prática uma guerra civil.
    Apenas como comparação, a Resistência Francesa só foi relativamente eficaz no combate aos nazistas porque contou com o auxílio de militares norte-americanos, britânicos e franceses da França Livre. Mesmo assim, milhares de resistentes foram traídos ou denunciados à Gestapo por espiões duplos e franceses colaboracionistas.
    O contexto geopolítico da Segunda Guerra Mundial era diferente, naturalmente. A conjuntura atual não permitiria uma coalizão de países liderados pela ONU para enfrentar a ditadura madurista.
    Enfim, sem ajuda externa, os venezuelanos da Venezuela Livre dificilmente terão algum sucesso.
    Se resolverem atacar forças militares e paramilitares maduristas utilizando apenas pedras, facas e coquetéis molotov, será um confronto desproporcional, típico de guerrilhas como as da Guerra do Vietnam. O resultado serão chacinas, massacres e centenas de milhares de venezuelanos presos pela Gestapo madurista.
    O venezuelano comum estaria pronto para tornar-se um “sniper” lobo solitário ou terrorista suicida para tentar derrubar o tirano Maduro?
    2) O grande perigo para a América Latina (lê-se Brasil) e os Estados Unidos é o tirano Maduro resolver imitar seu colega da Coreia do Norte: comprar bombas atômicas das máfias russa ou ucraniana.
    Se um certo Roberto Amaral (ministro do Lulão) queria que o Brasil fabricasse a bomba atômica, pode-se supor que o marginal Nicolás Maduro tenha ideia semelhante – os esquerdistas latino-americanos agem e pensam do mesmo modo psicopata e sanguinário.

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