A Carta Capital que recebeu 3 milhões da Odebrecht publicou matéria defendendo Porto de Mariel

Com a enxurrada de notícias a respeito da delação da Odebrecht, já é possível ligar alguns pontos e jogar alguma luz em passagens tão obscuras dos governos Lula e Dilma Rousseff. A Veja, por exemplo, destacou que, segundo Emílio Odebrecht, um telefonema de Hugo Chávez ao ex-presidente cobrou-lhe investimento brasileiro no Porto de Mariel, em Cuba. O Globo preferiu ressaltar, no entanto, que o petista converteu o pedido em pressão sobre o BNDES.

Trata-se do mesmo porto que, segundo colunista da Folha, teria sido um golaço da gestão Dilma. A Carta Capital, por sua vez, dedicou todo um artigo a explicar o porquê de o país ter acertado ao entrar no negócio. De acordo com o articulista, “o investimento no Porto de Mariel amplia o alcance do comércio e a área de influência do Brasil“.

A Carta Capital é a revista que, a pedido de Lula, recebeu R$ 3 milhões da Odebrecht. Quanto à Folha, trata-se do jornal paulistano que, segundo Renan Calheiros, chegou a ceder a pressões do governo Dilma durante a cobertura do impeachment que a cassaria.

Essa graça em benefício do então presidente venezuelano teria usado US$ 800 milhões dos recursos do povo brasileiro. Na cotação atual, a cifra supera os R$ 2,5 bilhões. Na ocasião do lançamento, o PSDB alertou que as gestões petistas gastavam 15 vezes mais com o porto cubano do que com estruturas nacionais. Mas só em mais 10 anos o eleitor poderá finalmente entender o que aconteceu, pois o petismo impôs sigilo sob o acordo até 2027.

A informação é do portal Políticas Info

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