Vicente Cândido vai tentar enfiar doações ocultas na reforma mas pode peidar na farofa por pressão

O deputado petista Vicente Cândido incluiu incluiu as doações ocultas no texto da Reforma Política argumentando que seria para proteger o eleitor, contudo, a medida vai contra princípios constitucionais, como o da publicidade e transparência.

A mudança eleitoral prevê que o doador tenha direito a não divulgar sua identidade, sendo exceção apenas para prestação de contas e órgãos de fiscalização do Ministério Público.

Nesta quarta-feira a proposta pode ser votada na comissão especial e depois precisa de aprovação nos plenários da Câmara e Senado.

“É uma proteção ao eleitor. O momento que estamos vivendo exige esses cuidados. Estamos numa política muito agressiva, do não reconhecimento do contraditório”, disse o petista.

Como todo político do Partido criminoso dos Trabalhadores, Cândido não vê nenhum problema de transparência nas doações ocultas.

O advogado e ex juiz Márlon Reis, crítico da medida, afirma que não há justificativa que torne aceitável a doação oculta. “A pretexto de uma proteção ao eleitor, ela abre a porta para o risco de fontes inidôneas, que comprometerão o resultado da eleição”, disse.

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