URGENTE: STJ mantém condenação a Bolsonaro no processo de Maria do Rosário, que o chamou de estuprador

Você certamente se lembra daquele fatídico caso envolvendo os deputados Jair Bolsonaro e Maria do Rosário. Na época, em 2003, logo após o caso Champinha, a deputada petista atacou Bolsonaro publicamente e o chamou de estuprador diante das câmeras dentro do Congresso. Ele retrucou, houve discussão e tudo havia acabado por ali mesmo.

Mais recentemente o deputado voltou a tocar no assunto, de modo que Maria do Rosário o processou. Ele já havia sido condenado pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF) em 2015 a pagar indenização de R$ 10 mil, a título de danos morais, a Maria do Rosário, mas recorreu ao STJ, que hoje decidiu manter sua condenação.

A deputada, que o chamou de estuprador, não sofreu nenhuma sanção ou processo, enquanto Bolsonaro ainda é réu no STF pelo mesmo caso. Lula, por outro lado, permanece livre, leve e solto, enquanto Jair Bolsonaro terá de indenizar uma deputada que o acusou de um crime hediondo.

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9 comentários sobre “URGENTE: STJ mantém condenação a Bolsonaro no processo de Maria do Rosário, que o chamou de estuprador

    1. esse STF é uma vergonha para o nosso país. é pelo simples fato da ” justiça” desse país ser uma merda, e se colocar uma lona vira um circo. Que venero o Estados Unidos la sim as leis funciona. da onde já se viu STF passar as mãos na cabeça de uma mulherzinha que defende vagabundos e estupradores isso só acontece no Brasil porque nem na Venezuela isso aconteceria.

  1. “A deputada, que o chamou de estuprador, não sofreu nenhuma sanção ou processo”

    Porque a direita ingenua obedece as regras e não faz “lawfare” contra a esquerda. Pois é, Maria do Rosario destruiu a imunidade parlamentar para os deputados (pra mim todo mundo mereceria imunidade parlamentar, mas isso e outra historia). Usem o verba de parlamento para contratar advogados para processar os deputados de esquerda que fizerem apologia a violência ou qualquer coisa do tipo, use a Maria do Rosario como precedente. A lei serve para aqueles que a interpretam, não importa o quão erroneamente.

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