Moro detona o financiamento público de campanha

Recentemente a Câmara dos Deputados aprovou o “fundão” de R$ 3,6 bilhões para financiamento público de campanhas, e fez isso na calada da noite. O juiz Sérgio Moro, no entanto, defendeu regras mais duras para o financiamento privado de campanhas eleitorais e criticou o financiamento público que os parlamentares querem aprovar.

“Há uma tendência de quem está dentro do sistema de querer ficar dentro. Com todo respeito ao nosso Parlamento, esta reforma política que está sendo pensada não é uma reforma.”

Moro pegou leve. A verdade mesmo é que a aprovação deste fundo é absolutamente imoral e indefensável, uma vez que onera os cofres públicos para sustentar partidos políticos com muito mais dinheiro do que eles já recebem atualmente.

Isso tudo em momento de recessão econômica, quando a população enfrenta o desemprego e o arrocho em virtude das metas fiscais, torna tudo ainda mais inaceitável.

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6 comentários sobre “Moro detona o financiamento público de campanha

  1. 1) Nenhum cidadão deveria ser obrigado a sustentar as decisões supérfluas e egocêntricas de uma minoria. Em outras palavras, ninguém é obrigado a tornar-se político. Quem desejar fazê-lo, use o método lógico de financiamento de campanha, o famoso “Vire-se!”.
    Quem quiser ser candidato, venda pipoca, limonada, pamonha de Piracicaba, cinto hippie de couro, incenso de Hare Krishna, a Bíblia de bolso ou venda a geladeira e a cama.
    Peça doações (crowdfunding”, vaquinha), penhore a casa, peça emprestado dinheiro do banco ou de parentes, enfim, vire-se!
    2) O que são mais de um bilhão de dólares, se pensarmos no extraordinário retorno que esse dinheiro trará para os cidadãos?
    A maioria dos candidatos sequer tem noções básicas de cidadania e de democracia, e está na cara que prestarão um enorme serviço à população, além de deixar um inestimável legado de leis úteis.
    Desde o Professor Goiaba, Marcelinho Azeitona, Jussiê Galo Cego, Hiohana A menina do chip, Mestre Drácula, Clark Crente, Bátimão , Fudêncio da Borracharia, Jean Claude Van Dame Da Silva, Monga do Playcenter, Simplício Simplório Da Simplicidade Simples, Lula Molusco Jararaca Taturana Sapo Barbudo, até o Bicho-Preguiça Senador Por 24 Anos Coçando a Orelha.
    Quem defende o “freak show” zoopolítico brasileiro, terá de pagar para vê-lo.

  2. Estas coisas ferem e ultrapassaram o mal em todos os limites que podemos imaginar, uma vez que atinge a saúde, a educação, a vida, o futuro da nação. A única saída possível seria detonar uma ogiva nuclear bem no centro desse antro de ratos, demônios sanguessugas, malditos vermes parasitas. Infelizmente isso implicaria na morte de inocentes, tal como num tratamento de câncer em que ao matar as células cancerígenas mata-se também células saudáveis. Então o que fazer, meu Deus?

  3. Os ucranianos jogam seus políticos na lata de lixo. Acho que se a situação fosse com eles, se o parlamento ucraniano aprovasse um “fundão” de R$ 3,6 bilhões para financiar suas “campanhas” os ucranianos provavelmente teriam ocupado o congresso. Mas nós? Somos brasileiros. Nós permitimos a safadeza desses canalhas.

  4. Temos que sustentar um Congresso corrupto, que não representa a vontade popular de verdade, legislam em causa própria e só se importam em se reeleger, fugir da justiça e continuar com a roubalheira. Até parece que esse “fundão” vai acabar com o caixa 2. Não vai. Continuamos sendo roubados direta e indiretamente. Isso nunca vai mudar, Meu Deus?!

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