Juiz dá prazo de 5 dias para baderneiros da UNE encerrarem invasão da Câmara em SP. Ainda é muito…

Segundo informações da Veja, o juiz Alberto Alonso Muñoz, da 13ª Vara de Fazenda Pública de São Paulo, determinou liminarmente nesta quinta-feira a reintegração de posse do plenário da Câmara Municipal paulistana, ocupado desde a tarde de quarta por cerca de setenta militantes do PT e PSOL. A decisão de Muñoz estipulou que os jovens devem deixar o espaço voluntariamente em até cinco dias e, caso não cumpram a ordem, sejam retirados pela Polícia Militar.

A questão é que cinco dias ainda é bastante tempo. Um juiz com mãos firmes teria decidido pelo óbvio, que é a remoção imediata dos invasores. Eles estão simplesmente violando princípios básicos da ordem social e da democracia, não estão em seus direitos.

Anúncios

Um comentário sobre “Juiz dá prazo de 5 dias para baderneiros da UNE encerrarem invasão da Câmara em SP. Ainda é muito…

  1. 1) Concordo com o juiz que deu 5 dias para os baderneiros desocuparem a Câmara Municipal de São Paulo.
    É que estudantóide esquerdista leva uma semana para entender qualquer coisa que escuta.
    Quando a “mâmi” manda o pentelho limpar o próprio quarto – se a faxineira e a babá estiverem de folga – , a besta esquerdista deixa para a semana seguinte, quando as empregadas retornam.
    2) A deficiência intelecto-perceptiva (ou ignorância esquerdista) tem uma explicação científica.
    O cérebro de todo esquerdista é formado por duas partes: a parte imbecil e a parte burra.
    – A parte imbecil é aquela que faz o sujeito idolatrar líderes farsantes totalitários e multibilionários, como o Lulão e o Maduro, defensores dos pobres nos aeroportos e nas faculdades.
    A parte imbecil também leva o esquerdista a invadir, ocupar, depredar, destruir, quebrar, queimar pneus que geram fumaça tóxica; lançar secreção salivar e ovos chocos; fazer o sinal internacional da paz com o dedo médio (Bia Lulão); realizar farofada na mesa do presidente do Senado, deitar-se na frente de policiais militares para impedir desocupação (bicho-preguiça Suplicy); doar meio milhão de reais, relógio Rolex, bolsas Chanel e Rimowa, vestido Dolce & Gabbana e outras “tralhas” de madame de shopping-center ao maior bandido do mundo (herdeira de banqueiro).
    – A parte burra é aquela que faz o sujeito dizer asneiras, agredir verbalmente sem saber o que fala e citar dados históricos totalmente errados.
    A parte burra também causa insensibilização emotiva, ou seja, o cara não percebe que está bancando o palhaço “loser”.
    Age como um pelado (hipoteticamente chamado Suplicy), dentro do vagão lotado do metrô, mostrando seus balangandãs e que não está nem aí.

Deixe uma resposta