Mesmo “de luto” pela morte da mãe, José Dirceu comemorou o golpe tirânico de Maduro

Publicado no jornal esquerdista El País, o mesmo que há poucos dias criticou o apoio da extrema-esquerda a Nicolás Maduro, um artigo de opinião escrito por Zé Dirceu fez a defesa do ditador e acusou a oposição de iniciar uma guerra civil.

Disse ele:

É preciso medir as consequências de golpes políticos como o que derrubou o governo legítimo e constitucional da presidente Dilma e da operação que se desenvolve atualmente na Venezuela, que tem o agravante da intervenção aberta e agressiva dos Estados Unidos, com a anuência de países como o Brasil e Argentina.

E, ainda, o pior:

Qual de nós, no Brasil ou Argentina, ou mesmo na Espanha ou França, aceitaríamos que deputados de nossos países fossem pedir apoio em Washington para derrubar um governo constitucional?

Que papo é esse de governo constitucional?

Tudo bem que Dirceu defenda Dilma. Apesar dos pesares, ela ainda foi eleita democraticamente e é, acima de tudo, membro de seu partido. Até dá para fingir que aceitamos a história chata de que “foi golpe”, ainda que não tenha sido. Mas daí a chamar Maduro de presidente legítimo é um salto quântico de loucura ou pilantragem da mais pura.

O pior de tudo é o sujeito cuja mãe morreu há poucas semanas ter superado o luto ao ponto de escrever artigos em defesa de um ditador assassino. Isso é realmente uma demonstração de caráter, ou a ausência dele.

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2 comentários sobre “Mesmo “de luto” pela morte da mãe, José Dirceu comemorou o golpe tirânico de Maduro

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