Presos políticos denunciam torturas terríveis nas prisões de Maduro; alguns são obrigados até a comer fezes

Documentos coletados pela Organização dos Estados Americanos (OEA) que servirão de base para uma eventual denúncia de crimes contra a humanidade contra o regime de Nicolás Maduro denunciam torturas bárbaras nas prisões chavistas.  Segundo esses documentos, os presos teriam sido obrigados a comer minhoca e excrementos e a vestir roupas sujas de  fezes, além de sofrerem choques elétricos, abusos sexuais e de outros tipos, como policiais urinando sobre eles.

Na avaliação da entidade, os casos de tortura são “sistemáticos” e o país já acumularia 440 presos políticos, o maior número desde o fim do regime militar de Marcos Pérez Jiménez entre 1952 e 1958.

Mas são as práticas que, para a OEA, revelam a intencionalidade dos crimes. “Cem por cento das vítimas descreveram violência e força exercida por funcionários, enquanto as torturavam”, indicou. “O objetivo não era apenas cumprir ordens. Mas fazer o máximo dano corporal possível para castiga-los por estarem protestando”, explicou.

As informações são do Estadão.

Anúncios

Deixe uma resposta