Jean Wyllys diz que política econômica de Maduro é “nada esquerdista” e tira o seu da reta

O ex-BBB Jean Wyllys publicou em sua fanpage um texto em que chama o ultraesquerdista ditador venezuelano Nicolas Maduro de… ditador. No texto, Wyllys diz que “a esquerda não pode apoiar Maduro” e faz questão de frisar que seu repúdio “não significa apoiar a oposição de direita da Venezuela. Como em todos os países, a oposição de lá é diversa e há setores de ultradireita (inclusive alguns que no passado se envolveram em tentativas golpistas), liberais progressistas, neoliberais, social-democratas, setores de esquerda, ex-chavistas e até marxistas”

Na mesma publicação, Wyllys comenta acerca da Nota enviada pelo PSOL-RJ, que contrapõe a nota oficial do partido em apoio a Maduro. Nela, Wyllys e o PSOL fluminense diz que: “O drama vivido pela Venezuela e seu povo trabalhador é complexo o suficiente para exigir muita seriedade: o desfecho daquela situação terá impacto decisivo sobre como a esquerda é e será vista no mundo inteiro, em particular na América Latina.”

E conclui: ” Afinal, Nicolás Maduro leva adiante uma política econômica desastrosa e nada “esquerdista”, que cria uma tragédia humanitária em que o povo trabalhador sofre pela falta de alimentos e remédios”

Mais uma vez a extrema-esquerda, ao se ver em um barco prestes a naufragar, recua da posição anterior e passa a afirmar que tudo aquilo que, antes, era aclamado e festejado como o mais avançado do progressismo esquerdista, passa a ser renegado e taxado de, no mínimo, não-esquerdista. A prática se sucede desde a União Soviética, quando Stalin expurgou Trotsky para, após sua morte, também ser rejeitado. Ninguém mais cai. Veja:

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