Antes da farra dos gastos, Suplicy participou de evento ao lado de terrorista islâmico

Dias antes de ter revelado seus supergastos na Câmara Municipal, que ultrapassam os cem mil reais apenas neste primeiro semestre, o vereador Eduardo Suplicy (PT) participou de um evento ao lado do aiatolá antissemita Mohsen Araki, responsável pelo atentado ao AMIA em Buenos Aires que ceifou a vida de 85 judeus.

Parte desses gastos, que servem de reembolso, locação de automóvel e combustível, pode ter servido para levar Suplicy até o evento ao lado do terrorista islâmico.

Em uma fala com forte retórica antiamericana, o aiatolá do Irã Mohsen Araki defendeu o regime do ditador sírio, Bashar al-Assad, em um evento sobre terrorismo realizado neste sábado (29) em São Paulo.

Para o terrorista que conta com o apoio da agenda ultraesquerdista mundial, “o governo está protegendo o povo sírio”. “Divergimos em alguns pontos, mas sabemos que o povo sírio precisa de um governo que os proteja. Araki classificou como “terrorismo” as restrições impostas na última semana por Israel à entrada de muçulmanos na Esplanada das Mesquitas, na Cidade Velha de Jerusalém. Também falaram no evento o embaixador iraniano no Brasil, Seyed Ali Saghaeyan, e outros convidados.

 

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Um comentário sobre “Antes da farra dos gastos, Suplicy participou de evento ao lado de terrorista islâmico

  1. A aproximação da esquerda com grupos terroristas, a exemplo do Hezbollah, tem afastado segmentos tradicionalmente aliados, a exemplo dos homossexuais. Aqui no Brasil, está ficando bem perigosa esta aproximação. O PCC se tornando aliado do Hezbollah no fornecimento de armas. O Governo do Estado de São Paulo dando apoio institucional, para um líder antissemita discursa com total tranquilidade e destilar o seu ódio a única democracia do Oriente Médio. Líderes religiosos trabalhando nas favelas do Rio de Janeiro, com material sobre como o Islã ama Jesus e as mulheres. Além da forte migração de radicais para o norte e centro-oeste do país. E quem diz que são radicais não sou eu, é a maior autoridade religiosa muçulmana no país ─ em entrevista a Veja. A esquerda mais uma vez, em nome do projeto do poder, se aliando aos radicais contra a paz.

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