HQ da Marvel com heroína gay, latina, inspirada em Beyoncé e “lacradora” fracassa em vendas

Em janeiro deste ano, a Marvel anunciou a sua mais nova heroína para atender a demanda dos Social Justice Warriors: America Chavez é gay, latina e inspirada na cantora Beyoncé. O portal UOL, na ocasião, disse foi um ótimo momento para lançar a revista por ser “no início do governo controverso de Donald Trump”. A manchete dizia, aliás, “Te cuida Trump”, o que deve ter feito o presidente americano borrar de medo…

No entanto, a empresa descobriu que a chatice militante não se traduziu em vendas: em apenas quatro edições, a HQ caiu de 43592 unidades vendidas em sua primeira edição para apenas 12.624 em junho, revelando-se um verdadeiro fracasso.

De acordo com o ILISP, um escândalo envolvendo a Marvel revelou que a editora estaria enviando aos revendedores mais revistas de America Chavez do que o solicitado para inflacionar as vendas. Em outras palavras: as vendas efetivamente feitas aos consumidores podem ser ainda menores.

Aparentemente lacração não garante vendas, e a Amazon já tinha aprendido essa lição logo no início do ano quando tentou lacrar em cima do prefeito João Doria. Até quando os publicitários de esquerda vão permanecer nas empresas mega capitalistas?

 

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Um comentário sobre “HQ da Marvel com heroína gay, latina, inspirada em Beyoncé e “lacradora” fracassa em vendas

  1. 1) A feminazista militante das HQs não fez sucesso? Também com um nome desses: America Chavez!
    Nem a família do Hugo Chávez comprou a HQ.
    Se ela se chamasse Dilma Terminator, Gleisi Chupetinha, Erundina Bolt ou Jean Wyllys, The Salamandra Man (ele é ela e ela é ele, dependendo do dia), petistas e psolistas comprariam alguns HQs de recordação.
    Pelo menos quem comprou a HQ da America Chavez fez um bom negócio: o exemplar valerá ouro para colecionadores, daqui a um milhão de anos.
    2) Não se fazem mais super heróis e super heroínas como antigamente.
    Sou do tempo do Ultra Seven, Fantomas (o esqueleto dourado sorridente), Super Dínamo, A Princesa e o Cavaleiro (uma inovação LGBTXYZ para a época: ela fingia ser homem), Shadow Boy e Cyborg 009.
    A adoração pelos fantasiados da Marvel e da DC veio depois. E acabou com o fim do dinheiro (no final, acabava jogando fora os gibis) e a encheção de aguentar intermináveis sagas de vários Superman, Batman, Homem Aranha – a Marvel e a DC Comics sempre refazem as vidas dos heróis, para enganar os leitores.
    Não tenho mais heróis (snif, snif) porque eles não existem – apesar de alguns funcionários públicos federais do Poder Judiciário agirem como crianças mimadas e bancarem o Superman, o Batman, a Mulher Maravilha e a Vovó Mafalda.

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