Segundo MPF: Bendine “imprimiu provas do crime”

O MPF, Ministério Público Federal, descobriu que André Vieira e Aldemir Bendine conversavam pelo Wickr, um aplicativo de mensagens. E curiosamente, eles deram prints em conversas que serviram de prova para a operação que levou os dois a cadeia.

As mensagens foram impressas e uma dela é justamente o endereço da casa de Vieira na cidade de Brasília, mesmo local relatado por Fernando Reis e Marcelo Odebrecht como sede de uma reunião que Bendine disse a senha da cobrança de propina.

Bendine também enviou por mensagens informações sobre licitações da Petrobrás. Vieira, por sua vez, enviou uma lista de pessoas próximas da Lúcio Bolonha Funaro, operador do ex-deputado federal do PMDB Eduardo Cunha.

Os arquivos foram encontrados em “nuvem” dos aparelhos de celular e aplicativos, e foram acessados por uma quebra de sigilo telemática.

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