Ano passado, Janot recusou delação de Leo Pinheiro que implicava Dias Toffoli

Em agosto do ano passado, o Procurador Geral da República recusou um acordo de delação premiada do ex-executivo da OAS, Leo Pinheiro. Ele suspendeu as negociações alegando que um “vazamento” dos dados da delação teria prejudicado o caso e atendido a interesses dos investigadores.

Contudo, há dois detalhes muito importantes nessa história:

  1. O vazamento foi de responsabilidade do próprio Ministério Público Federal, que é comandado por Janot.
  2. A delação continha citações que implicavam gravemente o ex-presidente Lula e também o ministro Dias Toffoli, que não por acaso já foi advogado do PT.

Hoje, Janot recusou anexos da delação de Antonio Palocci que implicavam o ex-presidente Lula. Parece haver um padrão.

Anúncios

3 comentários sobre “Ano passado, Janot recusou delação de Leo Pinheiro que implicava Dias Toffoli

  1. Se nessa delação, já se sabe que teria denúncias contra Toffoli e Lula, é lógico que vazou. Eu não entendo como depoimentos que são dados a justiça, alguns setores da imprensa, tem acesso antecipadamente, prejudicando a continuidade das investigações, mostrando claramente interesses particulares e de grupos controladores. Se tem provas, condena e prende. O que também eu não entendo é, duas pessoas serem presas, por cometer crimes em nome de outra pessoa e essa outra pessoa não vai presa. Só na “justiça” do Brasil.

Deixe uma resposta