Novo ministro da Cultura coloca elite artística em seu devido lugar: “hora de baixar a bola e buscar objetivos comuns”

O novo ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, empossado nesta terça-feira afirmou, em entrevista coletiva no Palácio do Planalto, que tentará buscar um consenso em meio à radicalização da classe artística contra o governo do presidente Michel Temer.

Ele disse que se considera um “ecumênico”, observou que agora está na posição de comando da pasta e, nessa condição, fez um apelo para que a classe artística tenha bom senso, que é momento de “baixar a bola e tentar buscar objetivos comuns”.

No momento em que o novo ministro assume, um segmento da classe artística comanda uma campanha nacional para que a Câmara dos Deputados autorize a abertura da investigação contra Temer. “As diferenças nos fragilizam a todos. É fundamental nos unir no que for possível para que a cultura brasileira retome seu papel na agenda da sociedade”, disse.

Em seu discurso de posse, Leitão admitiu assumir o cargo em uma “hora tão difícil para o país” e apontou a atividade cultural como uma das contribuições que podem ser dadas para o enfrentamento da crise, destacando a chamada economia criativa e o potencial de diálogo entre o poder público e o setor cultural.

A informação é do Valor Econômico.

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