Fim da picada: estados estão devendo até tornozeleiras eletrônicas

Existem três empresas brasileiras que operam no mercado das tornozeleiras eletrônicas, e os estrangeiros estão interessados em entrar para a concorrência. O problema é que os principais clientes das empresas, no caso os Estados, estão atrasando os pagamentos do monitoramento dos presos com tornozeleira eletrônica.

O Estado do Rio, por exemplo, atrasou por 15 meses o repasse dos recursos para a Spacecom, empresa que presta esse serviço. A empresa atua em 19 Estados e quase todos atrasaram o pagamento desde a crise.

“Os Estados não querem ficar sem o serviço, porque veem a tornozeleira como uma forma de ajudar a desafogar o sistema penitenciário, sempre lotado, e de evitar que aquele preso por um crime leve conviva com os mais perigosos”, declarou o diretor da empresa, Sávio Bloomfield.

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