Zeca do PT admite a vergonha eterna: diretório do PT não pagou as rescisões dos funcionários

José Orcínirio Mirando dos Santos, conhecido como “Zeca do PT”, é ex-governador do Mato Grosso do Sul e deputado federal. Recém-eleito para a presidência do partido, demitiu 8 dos 9 funcionários do diretório estadual no último dia 03.

Zeca foi acusado de calote e admitiu que o partido não tem dinheiro para pagar os funcionários, pois a parcela do fundo partidário, no valor de R$70 mil, está retida por decisão judicial desde abril desse ano. Ele também declarou que o partido está sobrevivendo por conta das contribuições de quatro deputados federais, no valor de R$12 mil reais por mês. Ainda, disse que quando foi eleito herdou uma dívida superior a R$600 mil com folha de pagamento, incluindo salários e encargos, além das contas de luz, água, aluguel e internet que estão todas atrasadas. “Não pagamos porque não temos dinheiro. Estamos renegociando”, disse ele.

O PT também não paga, desde 2015, as contribuições ao INSS.

Os ex-funcionários, que levaram o calote, fizeram um manifesto:

“O ex-governador o Zeca do PT parece estar em outro mundo bem diferente do que vive a presidente nacional do Partido, a senadora Gleisi Hoffmann. Enquanto ela ocupou a Mesa Diretora do Senado na tentativa de evitar a aprovação da Reforma Trabalhista, cena que marcou o auge da luta das mulheres guerreiras naquela Casa em favor dos trabalhadores contra o sepultamento da CLT, ele faz demissão em massa e, pior, dá o calote nos direitos trabalhistas dos funcionários”, diz o documento.

Devido aos erros de prestação de contas da campanha de Zeca, em 2010, a Justiça Eleitoral determinou o bloqueio do repasse do fundo partidário até abril de 2018. “O pior que teremos de cobrir as dívidas de campanha do Delcídio também”, lamentou o petista.

É, cada vez a teta seca mais para o Partido criminoso dos Trabalhadores. Será que irão sobreviver a falência financeira e moral?

As informações são da Uol.

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