Colunista de extrema-esquerda chama apagão no Senado de “apagão totalitário”

Alex Solnik, colunista do blog decadente “Brasil247”, que é composto por militantes e sicários petistas, tentou fazer a linha Antero de Quental e produzir algo similar a uma poesia para comentar o apagão no Senado, confira a obra do “gênio”:

Foi sintomático Eunício Oliveira, o Índio da Odebrecht, mandar desligar as luzes e os microfones do Senado quando algumas bravas senadoras ocuparam a mesa para impedir a votação da reforma anti trabalhista.

Foi um ato falho do presidente do Senado.

Ele mostrou como ele e seu grupo gostam de agir: no escurinho do Senado.

Nas sombras.

Nas trevas.

O apagão de Eunício encerra o apagão autoritário que tomou conta do Brasil desde o dia em que o grupo de Temer tomou o poder.

Ele desligou os microfones para evitar que elas dissessem o que ele não gostaria de ouvir.

Eunício agiu como coronel do Nordeste.

Confundiu autoridade com autoritarismo.

Achou que era o dono do Senado e não apenas seu comandante por um curto e determinado período.

Esse apagão é o fim da luz no fim do túnel, se é que havia alguma.

Eunício obedeceu ao que estabelece uma velha anedota.

O último que sair apaga a luz.

Anúncios

2 comentários sobre “Colunista de extrema-esquerda chama apagão no Senado de “apagão totalitário”

  1. Uma coisa eu concordo neste comentário , o ultimo que sai , apague a luz ….
    O último a sair do poder do País foi o PT , e quando saiu , não só apagou a luz , como apagou as esperanças de um povo trabalhador , sofrido , que acreditou neste Partido , onde oque prosperou foi a ganância para enriquecer-se , roubando de todas as formas as nossas Estatais e sacando o nosso dinheiro suado , e depositando em suas contas , contrariando as suas próprias ideologias de Socialismo ……
    Esse Partido sim , foi o último a sair e apagar o BRASIL……!!!!!!

  2. O cinismo dessa gente não tem limites. Espero que sejam punidas pelo conselho de ética e que sejam banidas da vida pública nas próximas eleições.

Deixe uma resposta