O rei do Brasil, Joesley, disse ao BNDES, arrogantemente: “vocês vão ter que nos financiar”

A empáfia de Joesley Batista tem dado uma lição clara ao povo brasileiro: ele é o verdadeiro rei do Brasil, capaz de fazer o que quiser e tendo direito a acordos de impunidade.

O site o Antagonista – defensor de Joesley Batista, é bom lembrar – diz o seguinte: “Quando a JBS anunciou simultaneamente, em 16 de setembro, a compra da Pilgrim’s e a fusão com o grupo Bertin, o mercado passou a desconfiar de que havia algo errado.A versão que mais circulou era de que o BNDES teria aportado os US$ 2 bilhões em troca do ‘socorro’ ao Bertin”.

Daí o site lembra que em uma entrevista de 2010, os repórteres Raquel Landim e David Friedlander, do Estadão, questionaram Joesley Batista sobre o negócio – que se tornaria ainda mais obscuro com a descoberta da Blessed Holdings.

O rei do Brasil acabou, na época, admitindo o toma-lá-dá-cá: “Quando o pessoal veio falar, eu disse que só tinha uma condição: não ia parar o negócio com a Pilgrim”s para comprar o Bertin. Falei para o BNDES, para os bancos: vocês vão ter que nos financiar. Preciso de capitalização, porque o negócio não para em pé.”

O dono da JBS conta que o Bertin devia mais de R$ 6 bilhões a BNDES e Banco do Brasil, além de Itaú, Bradesco e Santander.

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