Cunha trata sua delação como um marco na história da Lava Jato. Pode derrubar até quatro presidentes. 

A coluna Painel, da Folha, diz o seguinte: “Délio Lins e Silva, advogado de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), tem um encontro marcado com a PGR no início da próxima semana. Apresentará, pela primeira vez, o cardápio completo da proposta de delação do peemedebista. O conteúdo não compromete só Michel Temer e alguns de seus ministros, mas também a cúpula do Congresso. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), é citado. Cunha trata a própria colaboração como um marco na história da Lava Jato”.

A tendência é que sobre para muita gente, principalmente para Eunício Oliveira (presidente do Senado) e Rodrigo Maia (presidente da Câmara), que estão nas delações.

Quer dizer, é possível que Temer caia e seja substituído por Maia, que cairia logo em seguida, e depois substituído por Eunício, que cairia também muito em breve. Assim, Cunha poderia derrubar não apenas dois, mas quatro presidentes da República.

A matéria do Painel diz que “o volume de informações juntadas pelo peemedebista é tão grande que os advogados Pedro Ivo Velloso e Ticiano Figueiredo decidiram desembarcar da defesa de Cunha. Délio tocará sozinho as tratativas com os investigadores”.

Detalhe: “Cunha dedicou especial atenção a adversários de seu Estado, o Rio. Segundo aliados, Anthony Garotinho (PR) é citado em diversos trechos. Cunha tem dito que, após sua colaboração, a expressão “siga o dinheiro” cairá em desuso. “Será siga o bandido”.”

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Um comentário sobre “Cunha trata sua delação como um marco na história da Lava Jato. Pode derrubar até quatro presidentes. 

  1. Isso não tem sentido. Se Maia assumir e depois cair, quem estaria na linha direta de sucessão seria o novo Presidente da Câmara que seria eleito. Com certeza, não seria o Eunício.

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