Janaína Paschoal compara os “direitos humanos” dos réus da Lava Jato e do resto do povo

É importante que sejam divulgadas as reflexões da Dra. Janaína Paschoal sobre a questão dos direitos humanos dos réus da Lava Jato, postadas em sua conta no Twitter neste domingo. Na condição de professora de Direito Penal na Universidade de São Paulo, a Dra. Janaína usa dois exemplos colhidos no noticiário (bebê atingido por um tiro e o ex-deputado Rocha Loures em prisão domiciliar) para mostrar as grandes contradições entre os direitos humanos das elites e das camadas carentes da sociedade. Confira as mensagens dela no Twitter.

Nas Faculdades de Direito, quando falamos em Direitos Fundamentais, automaticamente, os alunos excluem as vítimas.

O bebê baleado não é importante para quem ensina e para quem estuda Direito, no Brasil. Quem o baleou, sim.

Que fique claro: não admito torturas, execuções, ou penas cruéis. Mas os Direitos Fundamentais são inerentes a TODO ser humano.

Nada irrita mais um especialista em segurança pública do que tentar conversar com ele sobre o tanto que a violência atinge os pobres.

Lembro de, em um debate, ter deixado um grupo muito irritado, ao falar das mulheres pobres roubadas e estupradas no caminho do trabalho.

As mulheres pobres estupradas somente são lembradas quando as feministas querem usá-las para legalizar o aborto em qualquer situação.

Foras das hipóteses em que os pobres são interessantes aos intelectuais, falar deles é indigesto, é apelativo.

Os Direitos Fundamentais do bebê baleado não são relevantes para os especialistas. Estão preocupados com a tortura sofrida por Loures!

Altos juristas, em sua maioria esquerdistas, discutem manifestos para lutar pelos direitos de quem pede e recebe mala com 500 mil reais.

A informação é da Tribuna da Internet.

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Um comentário sobre “Janaína Paschoal compara os “direitos humanos” dos réus da Lava Jato e do resto do povo

  1. Corretíssima está a Dra. Janaína. É preciso acabar com essa cultura de que os criminosos, e não a sociedade, devem ser protegidos pelo Estado. Senão é a própria sociedade que vai ter que se defender para poder sobreviver diante da inércia do Estado. Modifiquemos, pois, a Constituição Bandidã de 1988.

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