Janot liga o turbo na reta final do mandato: “Enquanto houver bambu, lá vai flecha”

O PGR Rodrigo Janot disse neste sábado (1), que vai continuar no “mesmo ritmo” até o dia 17 de setembro, quando então passará a chefia do Ministério Público Federal (MPF) para a sua sucessora, Raquel Dodge.

Não se sabe se ele estava falando do ritmo acelerado contra Temer e Aécio, e do ritmo de passo de tartaruga contra os petistas. Nada contra o pedido contra Temer, mas estamos aguardando até hoje um pedido de prisão de Dilma e Lula por causa daquele áudio do Bessias.

“Enquanto houver bambu, lá vai flecha. Até 17 de setembro, a caneta está na minha mão. No dia 18 não está mais. Ainda bem. Vou continuar nesse ritmo que estou”, disse Janot, em palestra no 12.º Congresso da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), em São Paulo.

E ele estava realmente empolgado, pois, questionado sobre se há prova cabal contra Temer, respondeu: “Há 20, 25 anos, a gente comentava: ‘Não é possível que para pegar picareta tenha que tirar fotografia do sujeito tirando a carteira do bolso do outro’. Ninguém vai passar recibo. Esse tipo de prova é satânica, é quase impossível”.

Prova satânica?

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