Greve “geral” fracassa, mas atrapalha o trânsito em algumas cidades

Organizados por grupos petistas como o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), atos bloqueiam algumas rodovias do país. Em São Paulo, as interdições ocorrem nas rodovias Anhanguera e Régis Bittencourt. Os bloqueios fazem parte do dia de “protesto” e luta convocado pelas centrais sindicais para protestar contra a reforma trabalhista e o governo Temer.

O MTST informa que também bloqueou o acesso aos aeroportos de Congonhas e Guarulhos, com manifestações na Washington Luiz e Hélio Smidt. Além desse, outro protesto ocorre no quilômetro 16 da rodovia Anchieta, na região de São Bernardo do Campo.

No Rio de Janeiro, militantes interrompem a ponte Rio-Niteroi e ocupam o aeroporto Santos Dumont. Manifestações também atingem outras regiões do país, como o Nordeste e a região Sul, mas os atos estão em sua maioria esvaziados.

A principal entrada da Cidade Universitária, na Rua Alvarenga, também está bloqueada e, segundo o MTST, grupos travam a ponte Carapicuíba-Barueri. Apesar da convocação de greve, a mobilização ficou esvaziada sem a adesão dos trabalhadores do setor se transportes em São Paulo. Metrô, trens e ônibus funcionam normalmente na cidade.

As centrais sindicais se dividiram em dois protestos hoje em São Paulo. O bloco liderado pela Força Sindical e UGT realiza um ato às 11h em frente à Delegacia Regional do Trabalho, na região central. A CUT e outros sindicais convocaram um protesto para as 16h em frente ao Masp, na avenida Paulista.

Segundo a Federação Única dos Petroleiros (FUP), os trabalhadores das principais refinarias do país estão em greve desde ontem. Entre as refinarias paradas está a Capuava, em Mauá, na Grande São Paulo.

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